Led Zeppelin: Jimmy Page fala sobre seu livro de fotos

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth.net, Tradução
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Matéria de 27/10/10. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Na última edição da revista bianual de artes Lid, Jimmy Page fala sobre seu novo livro de edição limitada "Jimmy Page by Jimmy Page".

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Com um portfólio de fotografias do livro e contribuições dos fotógrafos Michael Zagaris and Kate Simon — autora da aclamada edição limitada da Genesis "Rebel Music" — a entrevista, feita pelo editor de fotografia do livro, Dave Brolan, vê Jimmy ir mais fundo do que nunca sobre a realização de sua edição limitada.

Kate Simon: '"Faz sentido o Jimmy trabalhar com a Genesis em um livro dessa magnitude porque eles são os editores mais civilizados do planeta. Catherine e Nick são pessoas adoráveis que são devotas a seu ofício tanto quanto Jimmy é ao dele. Seus livros são impressos nos papéis mais refinados e feitos por profissionais do mais alto calibre. Jimmy foi meticuloso e focado em orquestrar a criação desse livro… ele é um artista que trabalha duro."

Lid está disponível para pedidos através do site www.lidmagazine.net, mas um pequeno trecho da entrevista segue abaixo como aperitivo.

Dave Brolan: Como você se envolveu com a Genesis Publications?

Jimmy Page: Na verdade eu tinha comprado um dos livros deles do George Harrison e Ravi Shankar então eu já sabia da qualidade que eles buscam. Eu tinha visto alguns dos catálogos deles então eu entendi completamente a qualidade pura que era sua referência – a impressão, endadernação e encapamento, e tudo mais.

Dave Brolan: Esse é um livro bem diferente de qualquer outro.

Jimmy Page: Eu preferi tentar algo que ninguém tivesse feito antes, mesmo se fosse de proporções épicas o que, claramente com a quantidade de fotógrafos e imagens que teríamos de conseguir, seria algo bem grande.

Dave Brolan: É totalmente apropriado que você escolhesse fazer um livro fotográfico considerando que a câmera estava lá bem no começo de sua carreira musical, e sempre está presente, de um jeito ou de outro.

Jimmy Page: Eu gostei da idéia de fazer algo desde a primeira foto quando eu estava envolvido com música, curiosamente tiraram o suficiente quando eu fazia parte do coral, pelo maestro que era um fotógrafo amador... O ponto principal aqui é que é uma vida na música e então eu posso ver que estou realmente vivendo isso, da maneira que eu vivia. Considerando que tudo começa em 1958 com as fotos de Tony Busson, é um monte de garotos que tinham essa ética do rock & roll em seus sonhos, sabe? Apesar desses sonhos não traduzirem necessariamente o que se passa dentro das paredes da casa de alguém, é viver esses sonhos à sua própria maneira e daí você pode ver essa atitude, eu adoro aquelas fotos.

Dave Brolan: Havia milhares de fotos para você escolher, como foi a experiência, ver sua vida de uma forma visual, ao invés do seu ponto de ponto de vista musical, mais familiar.

Jimmy Page: Bem, serei totalmente honesto, quando você via cotejando as fotos, chega um ponto em que você diz, 'Bem, acho que já acabei por hoje,' porque, sabe, eu estou começando a ficar… (risos) Bem, você vai envelhecendo diante de seus olhos e claro que as pessoas normalmente passam por isso tão intensamente.

Dave Brolan: Como você decidiu legendar algumas imagens?

Jimmy Page: A história por trás de uma foto pode às vezes ser um pouco decepcionantes mais do que simplesmente olhar e curtir pelo que ela é e tirar suas próprias conclusões, e eu certamente aplico isso à música também. Eu não quero na verdade muito imaginário em torno disso, eu não quero ver vídeos com música, eu quero ouvir o que está se passando no estúdio, o processo criativo. Então eu intencionalmente deixei mínima a informação escrita. Houve muita reflexão e pensamento sobre as legendas mas eu realmente as diminuí para que não ficasse chato de ler novamente da segunda vez. É montar o cenário.

Dave Brolan: No geral, você acha que o livro alcançou o que você esperava, sua idéia original de uma carreira em fotografias?

Jimmy Page: O que eu tentei conceber era recolher todo o tempo e a vivência, bem apaixonadamente, meu papel na música, que se tornou uma carreira na música. Isso ilustra tudo aquilo, então, nesses termos é um sucesso.

Veja o site oficial do livro no endereço
http://www.jimmypagebook.com

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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