Ari Koivunen: tocando Dio e Purple em evento beneficente
Por Bruno Gomes
Fonte: Blabbermouth
Postado em 23 de outubro de 2010
O cantor finlandês Ari Koivunen (AMORAL) participou de um show beneficente chamado Millsrtones 2010 no dia 13 de Outubro, em Helsinque. O objetivo do evento foi conscientizar e levantar fundos para o tratamento de pessoas que sofrem de dependência alcoólica.
Filmagens feitas por fãs de Ari executando versões de "Don't Talk To Streangers" do DIO e "Smoke On The Water" do DEEP PURPLE podem ser vistas abaixo.
Koivunen é conhecido por ter sido o vencedor do concurso de talentos da TV nacional finlandesa em 2007. Ele lançou dois álbuns solo até agora - "Fuel For The Fire" e "Becoming".
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rafael Bittencourt, fundador do Angra, recebe título de Imortal da Academia de Letras do Brasil
Iron Maiden fará show em Curitiba na turnê de 50 anos "Run For Your Lives"
O álbum do Iron Maiden eleito melhor disco britânico dos últimos 60 anos
A música "pop genérica" de um disco clássico do Jethro Tull que incomoda Ian Anderson
Evanescence lança vídeo oficial da música "Who Will You Follow"
Scott Ian explica significado de "It's for the Kids", nova música do Anthrax
As 5 músicas pesadas preferidas de Mille Petrozza, frontman do Kreator
A música que Regis Tadeu mandaria ao espaço para representar o melhor da humanidade
O melhor cantor de blues de todos os tempos, segundo Keith Richards
"Seria um idiota se aceitasse": guitarrista descarta retorno ao W.A.S.P.
Baterista do Megadeth ouve Raimundos pela primeira vez e toca "Eu Quero Ver o Oco"
O guitarrista que Ace Frehley considerava "um mago"
"Lemmy gostava de estar no controle e amava a vida", diz Zakk Wylde
A música "bobinha" dos Beatles que superou um clássico dos Beach Boys
A música sobre John Lennon que Paul McCartney ainda acha difícil cantar ao vivo
Enjaulados: Os crimes mais chocantes da história do rock
Rush: a atração principal que fez Geddy Lee ir embora após abertura do Genesis
Como um passaporte perdido deu origem a uma das mais marcantes obras do Pink Floyd





