The Cult no HSBC de São Paulo: resenha Rock Forever
Por Alex Heilborn
Postado em 28 de maio de 2011
São Paulo, sábado, 14 de Maio. Apesar da noite gelada, cerca de três mil pessoas deixaram o conforto de suas casas para fazerem parte de um culto a uma banda que, mesmo fora do "mainstream" musical, ainda "cultiva" milhares de fãs que não se importam com obstáculos da natureza – a temperatura não passava dos 15º – ou se o quinteto ainda atrai a atenção da grande mídia.
"O Culto" em si começou com meia hora de atraso, quando Ian Astbury, que completava 49 anos na mesma data e celebrava seu aniversário em pleno palco – acompanhado de seu "irmão" Billy Duffy subiu ao palco e de cara deixou seus fiéis chocados com uma performance muito diferente de 2006 e 2008, quando o vocalista se apresentou sem a mínima empolgação.
O mais recente single "Every Man And Woman Is A Star" foi o primeiro som da noite, com Ian caracterizado com o mesmo visual que seu grande ídolo Jim Morrison na turnê L.A. Woman – barbudo, com cabelos compridos e fisicamente fora de forma.
A banda, entretanto, manteve seu "look Rock Star" de sempre.
Billy estava muito simpático com o público. Exceção, já que o guitarrista é conhecido por ser frio, mantendo apenas sua pose de "Guitar Hero", sem interagir com a platéia.
Mesmo contando com o grande John Tempesta no comando das baquetas, Chrys Wyse no baixo e Mike Dimkich como guitarra base, o grande destaque do Cult sempre foram Ian e seu fiel escudeiro Billy. E assim seguiu o show, com "Rain", "Eletric Ocean" e "Sweet Soul Sister", clássicos esperados por todos.
Porém, havia algo diferente naquela noite. Tanto que, contariando o que vem fazendo desde 2008, a banda resolveu incluir no espetáculo algumas faixas do projeto "Cápsula...
Matéria completa no site
http://www.rockforever.com.br/wp/resenha-show-cult-rockforever/
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