Judas Priest: Faulkner gostaria de conversar com K.K.

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Por Kako Sales, Fonte: Blabbermouth.Net, Tradução
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Matéria de 30/07/11. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?


O site Geeks of Doom recentemente conduziu uma entrevista com o novo guitarrista do Judas Priest, Richie Faulkner. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.
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Geeks of Doom: Você foi bem recebido na banda?

Richie Faulkner: Completamente. Eles não pouparam nem um pouco na receptividade, em todos os aspectos – a nível pessoas e a nível musical. Nós fizemos arranjos em algumas músicas quando executadas ao vivo para colocar alguns solos extras de guitarra para dar ênfase ao que eu posso fazer e você não pode ser mais bem recebido que isso. Você sabe, alterar arranjos para clássicos como esses só para dar espaço para o que você pode fazer, acho que é uma grande honra receber essa oportunidade.

GoD: O som das guitarras gêmeas de K.K. Downing e Glenn Tipton é parte integral do Judas Priest e do Metal em si.

RF: Absolutamente.

GoD: Você sentiu algum tipo de pressão ao substituir uma parte disso?

RF: Na verdade, não. Quer dizer, como fã da banda, eu sei o que os fãs esperam. Eu sabia o que eu tinha que fazer, como guitarrista e como fã da banda, o trabalho a ser feito, se é que você entende. Sempre fiz parte de bandas com dupla de guitarras, sabe, sempre fui fã do Priest e eram todas as peças se encaixando como um quebra-cabeças. Como eu disse, as guitarras gêmeas no Priest como um fã, e também as músicas, tudo tipo que faz sentido. Então, de certa forma, não houve pressão ,mas é o tipo de dever a ser feito da melhor forma possível para a banda e para os fãs, de verdade.

GoD: Como foi a reação dos fãs do Judas Priest?

RF: Bem, foi ótima, de verdade. Acho que eles foram incríveis na receptividade ao novo integrante da família. Acho que inicialmente houve algum ceticismo, que é natural, saca? Isso ocorre quando alguém sai após 40 anos. Acho que as pessoas têm uma tendência a temer pelo pior, mesmo quando deveriam confiar que a banda escolheu o cara certo, as pessoas tendem a temer pelo pior. Então nós sempre soubemos que, após algumas semanas de turnê, mostrando às pessoas o que podemos fazer, eles estariam do nosso lado e seria nada memos que incrível, de verdade. Eles têm sido bastante receptivos. Você aceita, entende o ceticismo... Mas duas músicas, três músicas depois, eles já estão com os punhos nos ares, estão cantando junto, já esqueceram tudo aquilo. Estão apenas curtindo o show. Então tem sido ótimo, sério. A reação do público tem sido incrível.

GoD: Nada melhor que isso. Você já conversou alguma vez com o K.K.?

RF: Não, nunca. Quer dizer, ouvir umas coisinhas aqui, outras ali... O que ele postou no site dele, coisas como aquelas, e, obviamente, o que a banda disse. Você sabe, eles me contaram sobre a situação. Na verdade, eu não falei com ele pessoalmente. Acho que eu gostaria de encontrá-lo e falar com ele, mas não acredito que seria importante para mim conversar sobre isso. Acho que a essa foi a decisão que ele tomou e você tem que respeitá-la. Gostaria de conversar com ele sobre outras coisas, talvez sobre o que ele vai fazer agora ou sobre guitarras ou coisas do tipo, saca? Como eu disse, ele tomou a decisão e acho que todo mundo deve respeitar isso. E acho que haveria outras coisas sobre as quais conversar; ele provavelmente não iria querer falar sobre isso também, entende? Então eu provavelmente conversaria com ele sobre motos e guitarras, coisas do tipo.

Leia a entrevista na íntegra no Geeks of Doom:
http://geeksofdoom.com/2011/07/28/interview-judas-priest-gui...

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Sobre Kako Sales

Mineiro de Januária, baterista autodidata, cresceu em ambiente familiar ligado à música popular e erudita. Seu pai chegou a fazer pequenas turnês com bandas da Jovem Guarda como tecladista no fim da década de 70. Aos 10 anos, iniciou os estudos de teoria musical e piano clássico. Teve o primeiro contato com o mundo do metal ao escutar o CD Angels Cry do Angra, aos 15 anos. Desde então tem se dedicado a conhecer, colecionar e difundir o melhor do metal brasileiro e mundial. Graduado em Letras/Inglês, principalmente por influência da língua-mãe do rock, tem como principais ícones do metal as bandas Angra, Symphony X, Dream Theater e Opeth.

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