Van Halen: Gene Simmons e Paul Stanley comentam a banda

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Por João Renato Alves, Fonte: Blog Van do Halen
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Gene Simmons e Paul Stanley contribuiram para o livro Eddie Van Halen, de Neil Zlozower. A grande revelação é que não foi o Demon o primeiro da dupla a ver o guitarrista e sua banda ao vivo.

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Depoimento de Gene Simmons:

Uma vez, quando ser um rockstar significava algo e as groupies se orgulhavam de si e com quem tinham passado a noite, fui convidado a ir ao Starwood Club, em Los Angeles, para ver um grupo chamado The Boyz. Levei Bebe Buell (mãe de Liv Tyler) junto e sentei próximo a Rodney Bingenheimer, rei da noite local. Esperamos a banda de abertura. A vida é o que acontece quando você menos espera. Vi o Van Halen e fiquei boquiaberto. Eles detonaram.

Após duas músicas, fui esperá-los nos bastidores e imediatamente ofereci um contrato e os levei ao estúdio. Um fabricante de iogurte estava esperando para financiá-los. Implorei para que não aceitassem. Voamos até Nova York e assinamos com minha produtora, Man Of 1000 Faces. Levei-os ao Electric Ladyland Studios para fazer uma demo de treze músicas. Também comprei sapatos de plataforma e calças de couro para Dave.

Peguei a demo e mostrei aos outros caras do KISS e Bill Aucoin. Ninguém entendeu. Fiquei chocado. Devolvi a fita a eles, disse que tinha uma turnê para fazer e depois tentaria arrumar um contrato, mas depois de um tempo, rasguei o acordo e os deixei livres. Não levou muito para que a Warner Bros os chamasse.

Eu descobri o Van Halen? Não. Eu estava lá. Eu vi. Eu sabia. Eu sou um fã.

Depoimento de Paul Stanley:

Lita Ford e eu fomos ver o Van Halen no Starwood em 1977. Fiquei surpreso e levei Gene comigo na noite seguinte. O carisma, presença de palco, a atitude e as grandes músicas, com arranjos matadores fez deles algo único. Tudo em Edward, de sua técnica ao desenho da guitarra o transformava no coração da banda. Claramente era alguém que tocava em alto nível e de acordo com suas regras.

Muitos tentaram copiar seu estilo, mas sempre foi óbvio que, apesar de a imitação ser a forma mais sincera de elogio, apenas se aproxima do negócio real.




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