Krattera: release oficial da banda carioca
Por William Toledo de Carvalho
Fonte: Krattera Blog
Postado em 10 de outubro de 2011
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A banda surgiu a partir de três jovens fãns de Metal que moravam na mesma rua, chamados William Toledo (eu), Bruno Clercq (guitarra base) e Felipe ‘Vingador’ (ex-baixista), e como todos eram Metal Maniacs e curtiam tocar instrumentos, um dia fizemos um Jam Session em minha casa e criamos o primeiro single da banda que continha 2 tracks: um deles era chamado "Necrofilia" (violão com distorção, guitarra sem distorção, sem vocal, sem baixo e sem linha de bateria) e a "Verbal Rampage" (este nome foi dado pois o baixista Felipe uma péssima aptidão em Inglês – meados de 2005), não continha linha de bateria que mais tarde foi implementada. Nessa época a banda ainda nem tinha nome, e eu imaginei um nome com significado na própria palavra, mantendo a origem brasileira com o impacto do Thrash Metal, e me veio a idéia de Krattera, que todo mundo gostou, e logo dois dias depois Bruno Clercq já estava com a logo pronta, inicialmente sem ser editada, modificamos um pouco e a usamos na nossa primeira Demo, que continham 14 faixas de pura pancadaria.
Ouvimos muito a primeira demo, mas ainda tinha muito a melhorar, e em 2008 começamos a criar a segunda Demo.
Criamos a segunda Demo (assim como a primeira, mesmo sistema de gravação, porém com qualidade um pouco superior), bem mais trabalhada que a primeira, contendo 10 faixas e uma intro, com uma pegada muito mais Thrash, muito mais velocidade nas guitarras e voracidade nos vocais, mas mantendo a pegada Oldschool e as letras políticas de protesto.
Depois da segunda demo, estávamos cansados de ficar se matando para gravar a bateria, então o atual baterista Douglas Cirilo junta-se a banda com muita força de vontade pela frente.
Cirilo (que curte Black Metal, Doom/Gothic e também Thrash Metal, claro) tinha uma linha de bateria não tão rápida quanto a da realidade do Krattera, então teve que se aprimorar ao estilo Thrash Metal, daí, fez alguns ensaios conosco e então Felipe começa a desgostar de música e de tudo, começava a atrasar o rendimento da banda até desistir de tocar.
Continuamos a ensaiar apenas com guitarras e bateria e no fim de 2009 começamos a projetar um EP contendo 5 faixas.
Em meados de dezembro, com a saída do baixista a banda começou a cair, paramos de ensaiar e somente eu e Bruno ensaiávamos as guitarras em minha casa e fomos justamente nós que criamos todo o EP (que, particularmente ficou interessante, modéstia parte, o álbum mais Thrash de todos da banda, com letras de protesto, explorando as letras em português, os riffs mais cadenciados, mas mantendo a pegada Thrash Metal Oldschool 80'), já que a banda naquele momento éramos só nós 2. Eu fiz os vocais, backing vocals, guitarra e linha de baixo, Bruno fez guitarra, vocais e backing vocals e linha de bateria, pois o EP era uma coisa que queríamos fazer de qualquer maneira.
Gravamos no estúdio D’Bass de Nova Friburgo, este mesmo que gravou a banda Pointed ‘HardCore’, cujo baixista chamado Paulo "Pepe" Henrique, nosso amigo de infância/professor do nosso antigo baixista, gravou a demo de sua banda e foi quem nos incentivou a gravarmos no mesmo lugar.
Agora em 2010 com o EP editado e pronto, voltamos a ensaiar, eu, Bruno, Cirilo e o baixista Rafael, ex-baixista/fundador da banda de Thrash/Nu/Prog Metal de Nova Friburgo chamada Dominattion, (que não faz o mesmo tipo de Thrash Metal que o nosso, pois as nossas influências vem do Thrash Metal Alemão/Brasileiro/Canadense, já a do Dominattion é do Technical Thrash Progressive), veio nos ajudando nos ensaios, até entrar oficialmente para a banda.
Com a entrada de Rafael "preá", gravamos mais um ep intitulado "Still Thrash Still Metal" que continham 6 regravações de músicas das Demos, então por isso o nome. Queríamos mostrar que não importa o quanto treinávamos, o quanto nos aprimorávamos nos nossos instrumentos e não importa o tempo que passe, nunca iríamos abandonar o Oldschool, nunca iríamos abandonar os moldes pelos quais sempre prezávamos.
Devido a problemas com álcool, Rafael nao estava mais em condições de seguir com a banda, fomos obrigados a trocar de baixista, então chamamos Paulo "pepe" para tocar conosco.
Com a entrada de Pepe, a banda progrediu bastante, fizemos vários shows, e num desses, gravamos o 'mini dvd' intitulado "Krattera - Live in Serra Noise", nosso mais novo trabalho concretizado,
E no presente momento estamos gravando mais um EP, que será intitulado "Still Thrash Still Metal pt.2", em nosso estúdio caseiro, regravando algumas das músicas das Demos e do EP, e está ficando bem interessante!
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