Megadeth: guia de sobrevivência para o Gigantour

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth.net, Tradução
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Matéria de 20/01/12. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Gigantour — o aclamado festival fundado em 2005 pelo MEGADETH — fará seu aguardado retorno pela primeira vez desde 2008. A lista de vários artistas – com pesos pesados do metal como MOTÖRHEAD, VOLBEAT e LACUNA COIL todos escolhidos pessoalmente pelo frontman do MEGADETH, Dave Mustaine – dará partida em 26 de janeiro em Camden, NJ. Antes de se encerrar em 28 de fevereiro em Denver, Colorado, a turnê fará paradas pelos E.U.A e Canadá incluindo um show em 28 de janeiro em Nova Iorque e 24 de fevereiro em Los Angeles.

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Quando perguntado como ele lida com o trabalho duro da turnê, o baixista do MEGADETH, David Ellefson disse ao AOL Noisecreep, "Uma vez que fechamos o show, entramos tarde. Estamos falando de 21:40, mais ou menos. Geralmente o meu dia inteiro é de preparação para aqueles 75-80 minutos em que o MEGADETH está no palco."

"Tudo que eu faço ao longo de um dia em turnê – o que eu como, bebo, faço de exercício – é preparação para que meu nível de energia esteja no pico enquanto eu estiver no palco. Então isso significa geralmente ir diretamente ao local do show e levar as provisões. Às vezes eu faço um exercício no local e então vou para a passagem de som em torno das 14:30. Imprensa e meet-and-greets geralmente começam em torno das 16:30. Isso pode ir até quase a hora da janta. Na realidade tem uma regra difícil: não comer duas horas antes do show. Então o legal é fazer um jantar leve e ainda ter tempo para se aquecer com o instrumento e a voz. A principal coisa que eu tenho de ter cuidado é de não falar muito durante o dia. Isso é difícil para mim porque eu gosto de falar muito e eu fico divagando nas entrevistas."

Sobre sua rotina do retorno pós-show, Ellefson disse, "É igual um atleta que vai jogar com o nível de adrenalina no pico e então tem de voltar para casa ou para o hotel. Numa banda, é difícil relaxar e voltar para o ônibus e tentar ficar sentado num lugar."

"Às vezes eu tomo um banho morno depois de tocarmos «risos». Na verdade ajuda a me acalmar, me deixar lúcido e um pouco cansado. A parte mais difícil é não comer depois do show, porque isso força seu corpo a ficar acordado com a digestão e esse tanto de coisa acontecendo. Mas eu normalmente lido bem com isso."

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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