Skid Row: sonoridade clássica da banda está de volta, diz resenha
Por Nacho Belgrande
Fonte: Playa Del Nacho
Postado em 03 de abril de 2013
Por JOHN PARKS
Já faz quase sete anos desde que o SKID ROW lançou seu último álbum, mas a espera está oficialmente terminada com a data de lançamento de 16 de Abril, quando seu novo EP "United Word Rebellion – Chapter 1" chegar às lojas via Megaforce Records.
A banda está planejando lançar o segundo EP dentro de seis meses e o terceiro da série seis meses depois e se esse primeiro for uma indicação, o som clássico do Skid Row está de volta. A melhor notícia é que todas as músicas são sonicamente coesas, e não soam como se eles estivessem se adaptar aos novos tempos ou se forçando a ‘crescer’. Na verdade, a primeira música, "Kings of Demolition" poderia literalmente ter sido composta ou gravada durante a época de "Slave To The Grind". Depois demais de uma década cantando tanto as músicas clássicas como as novas dos Skids, Johnny Solinger não precisa de um manual ou de truques de estúdio para fazer seu trabalho e a faixa de abertura, mais do que qualquer outra, prova isso.

Minha outra faixa favorita aqui é "Stitches", que é construída em cima de um baita lick de baixo de Rachel Bolan e tem uma pegada "Piece Of Me". Eu tentei muito, mas muito mesmo achar uma dentre as 5 músicas para criticar e a balada "This Is Killing Me" levou umas 4 ou 5 audições para eu me acostumar.
Os licks de guitarra e os vocais de Johnny acabaram por me vencer e agora eu a amo tanto quanto amo as outras 4. Honestamente, eu gostei do primeiro disco com Solinger, "Thick Skin" e eu acho que "Ghost" é uma das melhores músicas do Skid Row, mas eu realmente acredito que a banda precisou de um tempo pra sedimentar, tocar ao vivo e recuperar o foco. Isso, é claro, é só minha opinião, mas eu não me sinto nem um pouco hipócrita ao dizer que "United World Rebellion – Chapter 1" parece-se mais com um sucessor de "Slave To The Grind" do que "Subhuman Race" ou "Thick Skin". Tal como "Slave", esse álbum tem uma bela levada, como músicas como "Let’s Go" e "Get Up", que são simplistas o suficiente para te chutar nos dentes, mas bem escritas o suficiente para se tornarem obrigatórias ao vivo. O ataque dos duetos de guitarra de Snake Sabo e da arma secreta Scotti Hill nunca foi mais afiado, o grave do baixo de Rachel nunca foi mais alto e o baterista Rob Hammersmith, por falta de termo melhor, bota pra fuder nas viradas. Qualquer um que tenha visto Johnny e os caras ao vivo sabe que é evidente que eles estão se divertindo e se dando bem um com o outro e essa gravação, mais do que qualquer outra da ‘fase Johnny’ reflete isso.

Eu mal posso esperar pra ter os três "Rebellions", de preferência em vinil.
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