Black Sabbath: o receio de ter escolhido o baterista errado

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Por Nathália Plá, Fonte: nathplarock.blogspot.com
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Matéria de 07/06/13. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

O Black Sabbath receou ter escolhido o baterista errado quando começou a trabalhar com Brad Wilk no álbum 13.

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Eles selecionaram o cara do Rage Against The Machine a partir de uma curta lista feita pelo produtor Rick Rubin – que incluía Ginger Baker – após Tony Iommi encerrar as negociações com o batera original Bill Ward envolvendo seu retorno.

Mas Geezer Butler admite que eles pensaram ter escolhido o cara errado para o trabalho em um primeiro momento.

O baixista disse à Faster Louder: “Nós tínhamos literalmente duas semanas para trabalhar com ele antes de gravarmos as músicas. Na primeira semana, pensamos, ‘Esse cara simplesmente não tá dando certo’, e estávamos entrando em pânico”.

“Fomos pro estúdio e gravamos as três primeiras músicas com ele – e foi aí que o Rick trabalhou mais. Ele tinha a idéia definitiva do que o baterista devia fazer, então ele estava se comunicando com o Brad, e ele já tinha trabalhado com o Brad antes”.

“As coisas simplesmente se acertaram. Ele fez um ótimo trabalho no fim das contas”.

Iommi recentemente explicou como ele conduziu as tratativas com Ward, que dizia não ter recebido um contrato “assinável” nos meses após o Sabbath ter anunciado sua reunião. Mas quando o guitarrista foi diagnosticado com câncer, ele decidiu encurtar a conversa, temendo não ter tempo suficiente para fazer o álbum.

Butler comenta: “O Bill começou o álbum conosco, as composições, e então nós anunciamos a reunião e tudo. Então o Tony recebeu o diagnóstico. Todos nós nos reunimos após o primeiro tratamento do Tony e por alguma razão algo aconteceu com o Bill, o lado comercial da coisa, e simplesmente não deu certo”.

O baixista, que compôs as letras de 12 das 16 faixas gravadas pelo Sabbath, descobriu que ele próprio estava pressionado pelo tempo. “Eu literalmente tinha de compor na noite antes do Ozzy cantá-las”, ele diz. “Eu não tinha tempo nenhum – mas as coisas tinham de ser feitas na marra. E eu trabalho melhor sob pressão”.

"13" será lançado na segunda-feira, 10 de junho.

Esta é uma tradução da matéria de autoria de Martin Kielty para o classicrockmagazine.com disponível aqui.

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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