Bill Ward: "Eu sou o baterista do Black Sabbath"

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Por Leonardo Daniel Tavares da Silva, Fonte: blabbermouth, Tradução
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Robert Cavuoto da Guitar International entrevistou recentemente o baterista do BLACK SABBATH Bill Ward, antes da exposição "Absence of Corners", de pinturas criadas e assinadas pelo baterista, que estreará em 1 de agosto. Um trecho da conversa segue abaixo.
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Guitar International: As duas peças que eu vi, "Grief" e "We Focus. We Persevere", são fenomenais. Eles surgem como escuras e ameaçadoras. Fiquei me perguntando se, talvez, que era um reflexo do que você estava se sentindo por não ter participado da reunião do BLACK SABBATH?

Bill Ward: É muito relacionado a isso. Tem sido emocionalmente desconfortável. E eu penso que muito disso apareceu e não há uma conexão. A maior parte do tempo eu sinto que em retrospectiva, houve muita reflexão sobre o que estou tocando.

Bill Ward: Na verdade tem sido muito bom para atravessar algo que é desconfortável e empurrar através da parede e chegar ao outro lado. É como se eu continuasse vivo e o motor ainda funcione. Eu tive um pouco disso acontecendo para mim.

Grief
Grief

Guitar International: O que você quer que seus fãs tirem deste artigo?

Bill Ward: Eu acho que eu compartilhei algo muito íntimo. É quase como conhecer alguém permitindo que vejam quem eu sou e onde estou. Como se ter esse contato com um fã, que toca por si e deixá-los me abraçar e não apenas me ver tocando bateria.

Bill Ward: É mais sólido e pessoal. É algo que é importante para mim e para quem quer que vá comprar isto ou responder a ela ser tocado por ela. Acho que a parte triste de mim está no trabalho artístico. Eu, finalmente, espero que nos toquemos e nos conectemos.

We Focus. We Persevere
We Focus. We Persevere

Guitar Internacional: Há tantas histórias Acerca porque você não está tocando com o SABBATH no "13", bem como porque não está com eles em turnê. Você pode definir claramente sobre o porquê você não participar da reunião?

Bill Ward: [risos] Ofereceram para mim um contrato e eu não pude assiná-lo. Quanto a algumas das histórias - Eu nunca, nunca assumiria um compromisso que eu não pudesse fazer fisicamente. Assim, isto deve responder àquela estória. Na declaração que eu fiz no ano passado, eu fui bastante claro que cheguei ao fim da linha, e prometi a minha família que eu nunca iria assinar um contrato que não fosse viável . Foi uma das decisões mais difíceis que já tive que fazer. Porque eu absolutamente e sem dúvida queria tocar. Eu não deixei a banda. Todo mundo acha que eu deixei a banda. Eu não sai, não foi dessa forma. Eu só não assinei o contato e a vida tomou seu próprio rumo.

Guitar International: Ozzy disse que ele ainda te ama, e espera que da próxima vez você vai estar lá. Você acha que há alguma verdade nisso?

Bill Ward: Eu tenho uma mente completamente aberta para a idéia. Toda a sutileza e cortesia no mundo não significa nada, a menos que eu receba o contrato certo.

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Guitar International: Eu ouvi dizer que eles queriam que você tocasse em algumas músicas a cada noite.

Bill Ward: Eu sou o baterista do BLACK SABBATH eu quero fazer o show inteiro. Eu jogo tudo ou nada. Tocar parcialmente seria uma espécie de estar alinhado à minha morte no SABBATH e me minimizar . Eu sou o baterista do SABBATH e bem capaz de fazer o trabalho.

Guitar International: Que conselho o Bill Ward de hoje daria ao Bill Ward nos primórdios do Black Sabbath?

Bill Ward: Nunca, nunca, nunca, nunca ceda qualquer coisa que você tenha assinado em contrato. Jamais! O que quer que pertença a você, agarre com todo seu coração e alma porquê pode ser uma situação calamitosa no futuro. Essa seria a primeira coisa, porque essa é a coisa mais primária. Mas eu também diria que você tem que permanecer fiel ao seu coração e tomar uma posição e às vezes você tem que tomar uma posição muito dolorosa. Eu detestei o fato de que não estou em turnê e eu não poderia tocar em Birmingham enquanto todos os jovens fãs queriam me ver tocar. Isso foi absolutamente como passar por uma punição. Tony Iommi estava doente e eu queria estar com Tony. Foi uma decisão muito difícil de tomar.

Guitar International: Como você quer ser lembrado?

Bill Ward: Como alguém que realmente tentou arduamente ter integridade!

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Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

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