Matérias Mais Lidas

imagemCinco músicas que são covers, mas você certamente acha que são as versões originais

imagemAndreas Kisser pede doação de sangue para sua esposa Patricia

imagemOs únicos quatro assuntos das conversas nos EUA que enchiam saco de Fabio Lione

imagemRock in Rio 1991, Maracanã lotado, e o Guns N' Roses ameaçou não subir ao palco...

imagemO baterista que não tinha técnica alguma e é um dos favoritos do Regis Tadeu

imagemSupla explica por que fala sempre misturando português com inglês

imagemTúnel do Tempo: 25 músicas que mostram por que 1991 é um ano tão celebrado

imagemDave Mustaine quis tirar foto com moça que usava vestido do Megadeth, mas...

imagemJohn Frusciante responde qual foi o motivo de seu retorno ao Red Hot Chili Peppers

imagem"Ninguém imaginava que o Metallica seria maior que o Iron Maiden", diz Scott Ian

imagemDave Mustaine diz que perdoa Ellefson, mas nunca mais fará música com o baixista

imagemNoel Gallagher sobre sua preferida do Pink Floyd: "Adoraria conhecer Roger Waters"

imagemRaimundos: Digão acusa Instagram de censura após poucas curtidas em post

imagemAC/DC: Angus Young comenta a capa de "Highway to Hell" e a morte de Bon Scott

imagemRafael Bittencourt, do Angra, explica por quê está usando unhas postiças


In-Edit

Pitty: explicando por que as mulheres devem ser feministas

Por Bruce William
Fonte: #AgoraÉQueSãoElas
Em 11/03/16

Em texto publicado no #AgoraÉQueSãoElas da Folha de São Paulo sob o título "The F Word", Pitty, cantora, compositora, escrevedora, instrumentista e feminista, explica por que as mulheres não devem ter receio de "sair do armário e se dizer feministas", confira o artigo no link a seguir. Mais abaixo alguns trechos:

http://agoraequesaoelas.blogfolha.uol.com.br/2016/03/10/the-f-word/

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Volta e meia, algumas meninas e mulheres vêm até mim tentando esclarecer uma insegurança a respeito do uso da palavra feminismo. Percebo nelas a identificação com o significado, mas também um medo de sair do armário e se dizer feminista. "Eu concordo com isso, mas tenho medo de usar esse termo pois acho que vou ser mal-interpretada". Entendo esse receio, eu também já me senti assim. Eu queria ser a cool, a descolada, a que não reclama. Para agradar ao pensamento comum e me dissociar do estereótipo feminino que nada mais é do que construção social: ela é cheia de mimimi, ela curte uma DR, mulher é assim mesmo histérica. Elas são todas loucas. A acusação de vitimismo. Quantas vezes nos disseram isso desde pequenas? Crescer ouvindo essas coisas faz com que elas se entranhem em nós; e na tentativa de ser fortes e fugir desse lugar-comum acabamos renegando nossa voz e nossas necessidades. Mas, se a gente parar pra pensar, vai perceber que esse é um conceito concebido dentro de uma cultura patriarcal cujo propósito é nos deixar mudas, e esse é o status quo que todas nós absorvemos desde que nascemos.

Por isso considero urgente que, juntas, nos empenhemos em desconstruir esse receio e quebrar esse ciclo. Nada melhor que o diálogo para esclarecer certos pontos. Há muita desinformação e conceitos distorcidos a respeito do assunto, e acho que isso se deve parte pela má-fé de gente disposta a desmerecer essa luta e parte por causa da própria natureza do feminismo: ele é livre, plural, não tem cartilha, e está em constante construção. É por isso também que prefiro dizer "meu feminismo" ao invés de ceder ao absolutismo do artigo definido diante dessa palavra. Pois bem, existem muitas linhas de pensamento e ação dentro do feminismo; e conversando, lendo e se informando cada uma encontra o seu. Hoje, me identifico com o feminismo interseccional porque reconheço que as mulheres são diferentes e enfrentam situações distintas de acordo com raça, etnia, classe social, condição física, orientação sexual. Para mim, é preciso olhar para cada caso de forma específica e entender as diversas camadas de opressão que podem ir-se somando e agravando o grau de vulnerabilidade de cada uma.

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Stamp
publicidade
Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp




Sobre Bruce William

Bruce William pensava em ser um motoqueiro rebelde mas descobriu que é um Wieder Blutbad nerd apaixonado por uma Fuchsbau. Avy jorrāelan, CatW!

Mais matérias de Bruce William.