Suicidal Tendencies: banda fala sobre a vida em turnê em passagem pelo Brasil
Por André Luiz Coutinho
Fonte: O Fluminense
Postado em 15 de maio de 2017
De volta ao Brasil para três shows mês passado, as lendas do hardcore californiano Suicidal Tendencies abriram turnê no último dia 27 de abril, no Imperator no Méier, Zona Norte do Rio de Janeiro. através da plataforma HonorSounds. O vocalista Mike Muir concedeu uma entrevista exclusiva para O FLUMINENSE, em que falou sobre a entrada do lendário baterista Dave Lombardo, do peso que ele deu ao mais recente álbum do grupo, "World Gone Mad", além de falar como é estar novamente em turnê.
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Qual foi a influência de Dave Lombardo na banda durante o processo de composição de "World Gone Mad"?
Ele basicamente procurou misturar algo do seu estilo e experiência adquirida ao longo dos anos tocando em grandes bandas como Slayer e incorporando isso no estilo Suicidal. As pessoas sempre disseram que Suicidal é um dos pioneiros do crossover entre hardcore e metal, mas acho que podemos dizer que este álbum é literalmente o primeiro mix efetivo entre esses gêneros. É como se Slayer e Suicidal fossem dois trens fora de controle que colidissem.
Como uma banda enfrenta essa rotina de turnês?
Bem, é praticamente um bando de caras feias com mau cheiro vivendo em um ônibus juntas, proporcionando o melhor show possível para nossos fãs e perdendo nossas famílias 110% do tempo, você sabe? (risos)
Como é tocar no Brasil?
Temos uma história com o Brasil. Toda vez que viemos fomos bem recebidos pelos fãs e os shows foram sempre especiais. Tivemos nossa primeira apresentação no Monsters Of Rock com Black Sabbath e Kiss, tocamos em um festival em Brasília com Muse uma vez, em um festival em São Paulo com vários amigos como Misfits e Sepultura. Desta vez, vamos tocar pela primeira vez em Recife, no Abril Pro Rock Festival. O Rio faz parte desses shows especiais, sobretudo o último, quando tocamos com Soulfly, mas estamos ansiosos para tocar aí com Dave.
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