O que é Punk?: entrevistas com Bivar, Callegari, Calanca e Mingau
Por Bruce William
Postado em 21 de dezembro de 2017
Neste vídeo, do canal Vitrola Verde, Cesar Gavin realiza entrevistas com Antonio Bivar (escritor e idealizador do Festival Punk "O Começo do Fim Do Mundo); Mingau (Ultraje a Rigor. Tocou nas bandas: Ratos de Porão, 365, Inocentes, Olho Seco, entre outras). Callegari (Inocentes e 365); Luiz Calanca (Baratos Afins); Fabio (Olho Seco / Punk Rock Discos).
Este episódio retrata sobre:
- Festival Punk "O Começo do Fim do Mundo, realizado no Sesc Pompéia (1982, São Paulo) / 35 anos depois
- Livro "O que é Punk?"
- Discografia sugerida
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rafael Bittencourt, fundador do Angra, recebe título de Imortal da Academia de Letras do Brasil
Iron Maiden fará show em Curitiba na turnê de 50 anos "Run For Your Lives"
O álbum do Iron Maiden eleito melhor disco britânico dos últimos 60 anos
A condição imposta por Ritchie Blackmore para voltar aos palcos
A música "pop genérica" de um disco clássico do Jethro Tull que incomoda Ian Anderson
Megadeth, Pepeu Gomes e a mania do internauta achar que sabe de tudo
As 5 músicas pesadas preferidas de Mille Petrozza, frontman do Kreator
Scott Ian explica significado de "It's for the Kids", nova música do Anthrax
"Seria um idiota se aceitasse": guitarrista descarta retorno ao W.A.S.P.
O melhor cantor de blues de todos os tempos, segundo Keith Richards
A banda que o Cream odiava: "Sempre foram uma porcaria e nunca serão outra coisa"
A torta de climão entre Zakk Wylde e Dave Grohl por causa de Ozzy Osbourne
O clássico do proto-metal que Neil Peart detestava; "Era arrastada e monótona"
A música que Regis Tadeu mandaria ao espaço para representar o melhor da humanidade
Evanescence lança vídeo oficial da música "Who Will You Follow"

Inocentes em Sorocaba - Autenticidade em estado bruto - Uma noite nada inocente para se lembrar
Por que Ratos de Porão e Cólera saíam do Brasil e Inocentes não, segundo Clemente


