Motormama: indie rock brasileiro de graça
Por Roberto Rillo Bíscaro
Fonte: midsummer madness
Postado em 21 de março de 2018
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
O Motormama nasceu das cinzas do Motorcycle Mama, banda das primeiras gerações do independente brasileiro pós Juntatribo, contemporânea de Raimundos, Paulo Francis Vai Pro Céu, Maskavo Roots e tantas outras que pipocaram no cenário brasileiro no início dos anos 90, mantendo os radicalismos intrumentais e acrescentando português às letras. O MM adicionava country ao garage rock descendente de Man or Astroman?! que faziam, inserindo violas em letras sobre trekkers. O grupo chegou a participar em 1996 da coletânea Brasil Compacto (Rock It!). Deu em nada…
Do power trio original ficaram Régis Martins e Joca, que depois de uma parada estratégica, resolveram retomar os trabalhos no final de 1999. O som da nova empreitada, o Motormama, pode ser considerado um cruzamento entre Mutantes, Neil Young e altas doses de caipiragem e psicodelia. Um CD demo lançado em 2000 Mestiço Rock ‘n’Roll (mm55 midsummer madness) ganhou destaque na mídia especializada e foi relançado em 2001 pelo mm. Em 2002 a banda fez vários shows pelo país, como Belo Horizonte, Brasília e São Paulo, com destaque no festival Bananada de Goiânia.
Em 2003 a banda lançou seu primeiro CD, Carne de Pescoço com treze músicas. O disco, gravado entre 2001 e 2002 em Ribeirão Preto, foi lançado pelo selo da banda Kaskavel Musik e distribuído pelo midsummer madness (mm65).
Na ocasião do lançamento, a revista Zero escreveu: "Banda sensacional de Ribeirão Preto (SP), o Motormama não tem medo dos agrobóis e destila o fino do rock, com instrumental contundente e letras certeiras. (…) Logo na abertura "Adeus Maluco", o vocal hipnotizante de Gisele Z. é matador, assim como o solo cortante de guitarra que pega de surpresa. As programações eletrônicas colocadassob medida deixam a faixa ainda mais irresistível. Um teclado de churrascaria dita o ritmo em "Rota Caipira (Anhanguera Folk Song)" e uma guitarra contida e imersa em distorção aparece em "Cosmorama". Destacam-se ainda a folk "Sujeito Honesto", o bluegrass "Mercado de Pulgas", o power pop de "Me enterrem em Assunción" e o rockabilly "Saliva Quente". Dos infernos."
Em 2006 o Motormama lançou seu 2º disco, A Legítima Cia Fantasma, um lançamento conjunto da banda e do selo midsummer madness. Régis Martins (guitarra, violão e voz), Joca (baixo, programação e voz), Gustavo Acrani (teclados), Gisele Z. (vocais) e Ricardo Noryo (bateria) gravaram mais 14 músicas unindo o country à la Stills, Nash & Young com a barulheira de um Pixies.
Em 2010, a banda lançou seu terceiro CD, mais uma vez em parceria com o selo Midsummer Madness. Naquele ano, o grupo também estreia o clipe na música "Preciso Me Vingar, Oh Babe". No ano seguinte, o Motormama é convidado a se apresentar no festival Pop Montreal, no Canadá, seu primeiro show internacional.
Em 2013, o Motormama gravou seu primeiro disco de vinil, o compacto "Flores Sujas do Quintal", com duas músicas: "Flores Sujas do Quintal" no lado A e "Rio Grande" no lado B, lançado em tiragem limitada pelo midsummer madness e Kaskavel Music. Com o vinil, a banda foi convidada a participar do festival espanhol Primavera Sound 2014.
Em 2016 a banda preparou 3 novas músicas lançadas em formato digital, para o EP "Se eu Sangrar, Não Chores Não". Depois de mais de 17 anos juntos, Régis, Joca, Gisele se uniram à Alessandro Perê e Thiago Carbonari para gravar um tema instrumental ("Metti La Macchina", inspirada numa viagem à Itália) e duas canções existencialistas: "Não Sou mais o mesmo Sujeito" e "Se o Mundo Desmoronar (Nunca Perca a Cabeça)", esta uma homenagem a Flávio Basso (Júpiter Maçã). As três faixas foram gravadas no UnderStudio, em Ribeirão Preto, e produzidas por Romulo Felicio (da banda de metal Necrofobia)
Fogos de Artifício, álbum do ano passado, sai de graça, no Bandcamp:
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Regis Tadeu não foi ao AC/DC e não se arrepende nem um pouco, saiba o motivo
O melhor baixista da história do heavy metal, segundo o Loudwire
Nem Robert Plant se atreve: a música que ele diz não conseguir cantar de jeito nenhum
O melhor disco de death metal de cada ano, de 1985 até 2025, segundo o Loudwire
A música que Brian Johnson chamou de uma das melhores do rock: "Tão bonita e honesta"
A única banda que Jack Black coloca no "mesmo patamar" dos Beatles; "lava criativa"
O melhor disco de heavy metal lançado em 1988, de acordo com o Loudwire
Veja vídeo inédito de alta qualidade do Angra com Andre Matos ao vivo em 1999 na França
Rob Dukes ficou um ano sem falar com os músicos do Exodus após ser demitido
Joe Satriani não se considerava ideal para tocar com Alex Van Halen e David Lee Roth
Ex-Arch Enemy, Alissa White-Gluz anuncia sua nova banda, Blue Medusa
O melhor e o pior disco do Sepultura, de acordo com a Metal Hammer
Pink Floyd é homenageado em nova espécie de peixe raro descoberta por pesquisadores brasileiros
A melhor música do primeiro disco do Iron Maiden, segundo o Loudwire
O melhor guitarrista de todos os tempos, segundo o lendário Bob Dylan
Como a morte de Freddie Mercury levou o Iron Maiden a alterar letra de clássico
Como estava saúde de Cazuza na época de "Ideologia", segundo seu guitarrista
A banda de rock nacional que é cobrada por não ser tão rock, segundo Paulo Ricardo


A banda pouco lembrada que é a verdadeira pioneira do rock anos 1980 no Brasil
Prostitutas: As mais famosas e devassas do cenário Rock - Parte 1
Guitar Hero: veja como o jogo desgraçou uma geração inteira
Heavy Metal: os dez melhores álbuns lançados em 2009
Demissão de Joey Jordison foi a decisão mais difícil da carreira do Slipknot
O hino do Rock que Max Cavalera odiava e só foi compreender quando ficou velho



