Slash faz elogios a Richard Fortus e Frank Ferrer, parceiros de Guns N' Roses
Por Igor Miranda
Fonte: Rolling Stone
Postado em 17 de agosto de 2018
O Guns N' Roses passou por um processo de semi-reunião em 2016: o guitarrista Slash e o baixista Duff McKagan voltaram à banda, mas os demais integrantes - o também guitarrista Richard Fortus, o baterista Frank Ferrer e o tecladista Dizzy Reed - foram mantidos. Entre os membros mais novos, houve apenas uma mudança: Melissa Reese assumiu a vaga de tecladista e programadora no posto que era de Chris Pitman.
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Em entrevista à Rolling Stone, Slash falou sobre como é tocar com Richard Fortus e Frank Ferrer, já que ambos não integraram as mesmas formações que o lendário guitarrista. Elogios foram feitos a ambos os músicos - especialmente a Fortus, descrito como um "guitarrista incrível tecnicamente".
"Richard Fortus tem uma ótima sensibilidade. Ele é um guitarrista bem rock and roll, mas, tecnicamente, ele é um guitarrista incrível. Ele tem muitas raízes no rock de guitarra pelo qual todos nós fomos influenciados. Dessa forma, isso faz com que ele seja muito fácil de se trabalhar. Ele não está fazendo pose", disse Slash sobre Fortus.
Em seguida, Slash foi questionado sobre como é tocar com Frank Ferrer, em comparação aos antecessores Steven Adler e Matt Sorum, e o discurso elogioso foi mantido. "Ele não toca como esses caras, mas ele está tocando há mais tempo do que eu mesmo estive na banda (risos). Então, ele tem a sua parte no som", afirmou.
Ao falar sobre os antigos integrantes, Slash disse que nunca falou com Matt Sorum a respeito de um possível retorno ao Guns N' Roses, embora siga mantendo contato com ele, e que não iria comentar a condição de Izzy Stradlin.
Foi destacado, ainda, que o Guns N' Roses tem tocado as músicas com batida mais acelerada nos shows da turnê "Not In This Lifetime". E Slash disse que os tempos mais "upbeat" estão mais relacionados à energia do momento do que um pedido feito por ele ou por Duff McKagan.
"Acho que é apenas alta energia, porque só agora as coisas começaram a se acalmar um pouco mais. Senti que havia muita energia daqueles shows do Coachella à primeira turnê americana, quando tudo ficou acelerado e até maníaco. E acho que foi uma energia coletiva. Não foi intencional. Talvez tenha uma ou outra música, porque eu gosto de acelerar", afirmou o guitarrista.
Leia a entrevista, na íntegra, na URL a seguir (em inglês).
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