Indra Rios-Moore: Excelentes covers de Bowie, Floyd, Credence e Steely Dan
Por Roberto Rillo Bíscaro
Postado em 10 de outubro de 2018
Indra Rios-Moore tem nome de divindade indiana e é filha de porto-riquenha e afro-sírio-americano, baixista de jazz. Estudou vocalização lírica, participava de acampamentos, onde se praticava música balcânica e cresceu na multicultural Nova Iorque.
A Grande Maçã é tão madura de oportunidades pra quem as busca, que, enquanto trabalhava como garçonete, Indra conheceu o saxofonista de jazz dinamarquês Benjamin Traerup. Logo estavam casados e desde então, a moça vive a chata vida de se dividir entra a Nova Roma e a pobre Escandinávia. Seus músicos de apoio são todos da região, onde faturou prêmios e excursiona sempre.
A aderente mania de catalogar enquadra Rios-Moore como cantora de jazz, mas seu som aglutina muito mais que apenas o que se convencionou imaginar como clichê jazzístico. Claro que há muito saxofone – uma das marcas de certa facção do subgênero – e sua divisão no cantar é de grande do jazz, porém, seus dois álbuns aventuram-se com muita competência até por terrenos art-rock, conseguindo transformar em seu, clássicos de alguém tão personalista quanto David Bowie.
No Spotify, há dois álbuns de Indra. Em Heartland, ela não se assusta em reler clássicos como Money e Heroes.
Este ano saiu Carry My Heart e a cantora atacou de Creedence Clearwater Revival e Steely Dan.
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