Bohemian Rhapsody: trechos com cenas gays são cortados na Malásia
Por Igor Miranda
Fonte: MalayMail
Postado em 13 de novembro de 2018
O Conselho de Censura da Malásia cortou cerca de 24 minutos de "Bohemian Rhapsody", cinebiografia sobre o Queen, para exibição nos cinemas do país asiático. Os trechos retirados são os que retratam a sexualidade do vocalista Freddie Mercury, interpretado pelo ator Rami Malek, em conformidade com as rígidas leis do país contra a homossexualidade.
A informação foi divulgada pelo site Malay Mail, que detalhou algumas cenas cortadas. Entre os trechos retirados da edição malaia, estão o momento em que Freddie Mercury diz à então noiva Mary Austin, interpretada pela atriz Lucy Boynton, que é bissexual, e a passagem em que os integrantes do Queen se vestem de mulher para filmar o clipe de "I Want To Break Free".
Pelas redes sociais, alguns internautas da Malásia relatam os cortes e fizeram críticas. O perfil MalayVines no Twitter, por exemplo, disse: "Aviso sobre 'Bohemian Rhapsody' na Malásia: eles cortaram TODAS as cenas gays e deixaram IMENSOS FUROS DE ROTEIRO. Assisti em Singapura e na Malásia e percebi que não dá para entender completamente se você assistir na Malásia. Recomendo assistir em outro lugar!!"
Outra conta na rede social publicou: "Na Malásia, o tempo total de 'Bohemian Rhapsody' é de 110 minutos, para maiores de 18 anos, enquanto que, no resto do mundo, tem 134 minutos e é para maiores de 13 anos. Deixamos heterossexual um filme que já foi deixado heterossexual e isso ainda não é apropriado".
Apesar da polêmica na Malásia, "Bohemian Rhapsody" tem tido ótimo desempenho em bilheteria no restante do mundo. Em apenas 10 dias, o filme arrecadou US$ 100 milhões em bilheteria e já é a terceira cinebiografia musical mais rentável da história do cinema americano, atrás apenas de "Straight Outta Compton: A História do N.W.A." e "Johnny & June".
O desempenho no Brasil também é muito bom: o filme lidera o ranking de bilheteria há duas semanas. No total, o longa-metragem arrecadou R$ 20,87 milhões com 1,15 milhão de ingressos vendidos no Brasil.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Tony Iommi confirma que vai remixar um dos álbuns mais criticados do Black Sabbath
O melhor baterista de todos os tempos, segundo David Gilmour do Pink Floyd
Angra celebra 30 anos de "Holy Land" com primeira edição do álbum em vinil
Os 20 piores discos da história do rock and roll, segundo a Classic Rock
Tobias Forge desabafa sobre pressão e não garante que o Ghost voltará
11 bandas de metal que são carregadas nas costas por um único integrante
Mamonas Assassinas: a história das fotos dos músicos mortos, feitas para tabloide
A queixa que Tony Iommi ouviu de Ozzy Osbourne na véspera da morte do cantor
A música do Pink Floyd que David Gilmour mais gostava de tocar ao vivo
Filho promete que cinebiografia de Ozzy Osbourne não será "esotérica"
Os 10 melhores álbuns de death metal dos anos 1990 segundo o Metal Injection
O motivo que impediu a reunião dos Beatles segundo Ringo Starr
A razão que levou Brian May a recusar tocar em mais faixas do álbum de Tony Iommi
5 músicas de metal em que o baixo é mais legal do que a guitarra
A faixa do Guns N' Roses em que Axl Rose atingiu a nota mais alta de sua carreira
Dez bandas que atingiram o ápice com a primeira música do primeiro disco de estúdio
Max Cavalera surpreende ao comentar seu maior ídolo musical fora do rock

O guitarrista dos anos oitenta que para Brian May estava acima de todos os outros
A banda que Axl Rose achou melhor o Guns N' Roses não tentar imitar
A música do Queen que Freddie Mercury achava difícil até para Brian May superar
O clássico do Queen que Freddie Mercury escreveu numa sentada
Falece Barry Mitchell, ex-baixista do Queen
O dia em que Eric Clapton se sentiu insultado por dois grandes guitarristas
As duas bandas que Ozzy Osbourne não queria que o Black Sabbath se tornasse
Queen: As dez letras mais profundas da banda
Elton John escolhe os três maiores frontmen da história do rock



