Helloween: retorno de Michael Kiske foi como voltar para casa, diz Andi Deris
Por Igor Miranda
Fonte: Metal Command / Blabbermouth
Postado em 18 de março de 2019
O vocalista Andi Deris falou sobre o atual momento do Helloween em entrevista ao programa de rádio "Metal Command", transcrito pelo Blabbermouth. Desde 2016, a banda conta com sete integrantes: o cantor Michael Kiske e o guitarrista Kai Hansen retornaram ao grupo, mas seus então substitutos, Deris e Sascha Gerstner, foram mantidos em suas funções.
Ao ser perguntado sobre como é dividir o palco com Michael Kiske, Andi Deris comentou que pode parecer "um pouco estranho", mas que, para ele, foi a coisa "mais normal" a ser feita. "Gostei de não ser o único vocalista, porque quando Michael assume, eu posso fumar um cigarro (risos). Michael percebe que seria legal ter uma pausa, aí eu canto. É confortável, porque dividimos o posto. Você vê o pobre Dani (Löble) na bateria constantemente, tocando coisas não muito fáceis. São três horas de guerra, considerando como são nossas músicas na bateria. Deveríamos estar falando dele e não de Michael ou de mim", afirmou, inicialmente.
Em seguida, Deris comentou a respeito de sua relação com Kiske. "O mais importante é que, antes da turnê, eu o convidei para minha ilha (em Tenerife, Espanha). Passamos duas semanas nos conhecendo de forma privada. Ele ama a ilha. Eu amo Michael e acho que ele me ama. Digo isso porque tenho um filho e estou casado há 30 anos (risos). É como se ele tivesse voltado para casa. Na verdade, ele estava mesmo. Para mim, é um alívio, porque não preciso cantar as músicas dele, que exigem muito, pois temos o próprio para cantá-las. Para mim, é perfeito. A química funciona sem segredo por trás", disse.
A boa química se refletiu no restante da banda, de acordo com o vocalista. "Quando se começa tão bem, não precisa se preocupar. O próximo show é uma outra festa. É tão fácil ir ao palco e se divertir, é disso que se trata. [...] Acho que nosso último show foi no fim de dezembro. Quando falei com os caras, todos ainda estavam admirados, por assim dizer. 'Uau, que ano excelente'. Provavelmente, (2018) foi o melhor ano para todos, em suas carreiras de mais de três décadas", afirmou.
A entrevista pode ser conferida a seguir, via Soundcloud (em inglês, sem legendas).
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Confira os preços dos ingressos para shows do Rush no Brasil
Pacote VIP para show do Rush custa mais de 14 mil reais
Rush anuncia tecladista Loren Gold como membro da banda de apoio
Ao ser acordada ao som de Sepultura, participante do BBB tem reação inesperada
10 clássicos do rock que soam ótimos, até você prestar atenção na letra
50 shows internacionais de rock e metal para ver no Brasil agora em março
Tobias Forge explica ausência da América do Sul na atual tour do Ghost
Turnê nacional do Left to Die sofre mudanças na agenda
15 músicas que o Megadeth nunca tocou ao vivo - e dificilmente tocará
Nenhuma música ruim em toda vida? O elogio que Bob Dylan não costuma fazer por aí
O lendário álbum dos anos 1970 que envelheceu mal, segundo Regis Tadeu
A música tocante do Nevermore que era uma das preferidas do vocalista Warrel Dane
Tommy Aldridge explica ausência do show de despedida de Ozzy Osbourne
Geddy Lee comenta tour que Rush fará no Brasil em 2027
Bruce Dickinson sobe ao palco com o Smith/Kotzen em Londres



Angra, Helloween e Arch Enemy puxaram a fila: 5 bandas que ganhariam com retornos
Summer Breeze anuncia mais 33 atrações para a edição 2026
Helloween coloca Porto Alegre na rota da turnê de 40 anos; show antecede data de SP
Os cinco melhores álbuns de Power Metal depois de 2000
Helloween: Grapow e Kusch estão fora da reunião porque traíram a banda, diz Andi Deris


