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Helloween: Weikath fez as pazes com Andre Matos, que os achava "escrotos e arrogantes"

Por Emanuel Seagal
Em 23/06/21

O jornalista Gustavo Maiato entrevistou Michael Weikath, guitarrista do Helloween, que falou sobre o novo disco da banda e também do mal entendido com Andre Matos. Confira abaixo alguns trechos.

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Gustavo Maiato: Você e o Andi Deris foram convidados de luxo do "Ritualive", o incrível DVD do Shaman, do saudoso vocalista Andre Matos. Como era sua relação com o Andre Matos?

Michael Weikath: Nós tivemos um mal entendido por muito tempo, porque falaram abobrinha para ele sobre mim. Então, tinha essa história entre nossas duas bandas. Ele falava "ouça a gente, somos melhores do que o Helloween, eles são caras escrotos e arrogantes".

Então, nos encontramos em Londres à negócios e finalmente nos falamos. Ele falou que as informações que passaram para ele sobre mim não eram verdadeiras! Ele se desculpou por todas as coisas ruins que ele disse.

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Desde então, sempre tivemos bons momentos. Trocávamos mensagens de texto, porque não tinha mídia social nem nada! Ele estava sempre muito ocupado, mas às vezes nos falávamos. Ele tinha vários projetos e eu tinha minhas coisas. O que podemos fazer? Às vezes, falamos mais, outras falamos menos.

Gustavo Maiato: O novo disco do "Helloween", que também se chama "Helloween", acabou de sair! Foi como um presente para os fãs no meio dessa pandemia. Como você enxerga a reação do público até agora?

Michael Weikath: As reações estão ótimas, pelo que eu vi, está melhor do que qualquer um poderia pensar! Isso é algo muito positivo, pelo menos isso deu certo. Isso só aconteceu por causa dos fãs.

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Eles falam: "sim, eu quero comprar esse álbum", "eu quero ouvir", e comentam uns com os outros. Estamos em um grande momento, só espero que isso continue de alguma forma e não seja interrompido por nada.

Gustavo Maiato: Eu também espero que não! Bom, o Helloween é uma banda com sete integrantes agora, já que Kai Hansen e Michael Kiske voltaram ao grupo. Ou seja, são três guitarristas! Tem o Sacha Gerstner também! Quando vocês estavam compondo, como decidiam que solo vai para cada um ou que riff vai para o outro?

Michael Weikath: Normalmente é assim: se alguém aparece com um riff mais simples, a segunda guitarra costuma fazer uma terça e não costuma ser difícil. Agora, se a ideia inicial for muito difícil, você pergunta se a pessoa quer tocar a terça ou a principal. Isso porque normalmente a primeira guitarra é mais fácil. O outro guitarrista pode falar "não me importo, posso tocar a segunda guitarra" ou "isso é muito complicado". Nesse caso, eu mesmo toco a segunda.

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No passado, eu e o Kai Hansen fazíamos dessa forma. Ele tocava a primeira linha e eu a segunda. Nos solos sempre era assim. No caso dos riffs, pode variar. Você assume que se a pessoa escreveu o riff, ele deve tocar a guitarra principal. Tem exceções, claro, você pode falar que não está conseguindo se entender com o que escreveu e pedir para outro tocar. Por exemplo, na "Down With The Dumps", que compus, eu perguntei se alguém poderia tocar a segunda guitarra. Normalmente, eu toco a segunda. Ah, essa música não devemos tocar ao vivo, de qualquer forma. Também pode acontecer de alguém falar "ei, isso está soando péssimo com duas guitarras fazendo o acorde mais agudo e uma fazendo mais grave" ou então "toque apenas o acorde mais grave, sem a oitava". A sonoridade pode ficar muito agressiva, então você resolve inverter e colocar dois caras para tocar os acordes mais graves e um só no agudo. Agora, depois que uma música é gravada, normalmente um de nós três ficamos de fora. Essa pessoa que ficou de fora, então, pode pensar "huuum, o que eu posso adicionar aqui sem atrapalhar a música?".

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Eu sei que o Sascha colocou um milhão de coisas na "Down in the Dumps", por exemplo! Eu escuto e fico: "huuuum, muito esperto! Eu não toquei isso! Só pode ter sido ele!". É assim que acontece no estúdio. No caso dos ensaios, é diferente, você simplesmente vê na hora: "não quero tocar isso, você pode tocar?", e por aí vai...

Confira a matéria completa neste link.

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Sobre Emanuel Seagal

Descobriu o metal com Iron Maiden e Black Sabbath até chegar ao metal extremo e se apaixonar pelo doom metal. Considera Empyrium e X Japan as melhores bandas do mundo, Foi um dos coordenadores do finado SkyHell Webzine, escreveu para outros veículos no Brasil e exterior, e sempre esteve envolvido com metal, seja com eventos, bandas, gravadoras ou imprensa. Escreve para o Whiplash! desde 2005 mas ainda não entendeu a birra dos leitores com as notícias do Metallica. @emanuel_seagal no Instagram.

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