Livro mostra relação intensa de Jimmy Page com o Brasil
Por Bruce William
Postado em 24 de novembro de 2020
Matéria de Braulio Lorentz, publicada no G1, fala sobre o livro "Jimmy Page no Brasil", de Leandro Souto Maior, que reconta histórias brasileiras do fundador do Led Zeppelin e é entremeado por fotos e entrevistas com fãs e amigos que receberam o guitarrista por aqui, veja abaixo um pequeno trecho.
G1 - Por que lançar um livro sobre Jimmy Page no Brasil? Quando surgiu a ideia?
Leandro Souto Maior - "A ideia surgiu em um papo informal há uns cinco ou seis anos, com o Luiz Claudio Rocha, o Lula Zeppeliano, presidente do Zeppeliano Fã-Clube. Ele estava me contando das vezes que o Jimmy Page veio ao Brasil, e que ele estava presente em quase todas. Ele tem muitas fotos cedidas ao livro, desde a coletiva de imprensa no Sheraton em 1994, para divulgar o CD "Unledded", até o passeio que ele fez por escolas de samba cariocas em 2010. Eu achei que havia já ali uma espinha dorsal de uma boa história. Já li a maioria de livros sobre Page e Zeppelin, e despertei para o fato de que essa história ainda não havia sido contada."
G1 - Você já disse que tem várias histórias de fãs bem engraçadas no livro. Poderia contar as que te fizeram rir mais?
Leandro Souto Maior - "Várias me fizeram rir, posso destacar a de um fã cuja mãe trabalhava no cabeleireiro do hotel Sheraton, em São Conrado [bairro do Rio], onde Jimmy e [Robert] Plant [vocalista do Led Zeppelin] se hospedaram naquela tour de 1994. Ele estava infestado de piolhos e foi, então, fazer tratamento... no cabeleireiro do Sheraton, é claro, aproveitando para juntar duas coisas: de repente dava a sorte de encontrar um deles. E é o que aconteceu. Ele estava com a namorada e abraçaram o Jimmy Page na saída do elevador: "minha namorada quase beijou ele na boca. Se pararmos para pensar que piolhos se alimentam do nosso sangue e que provavelmente contaminamos ele com alguns piolhos, mesmo que por alguns minutos ou dias... posso considerar que ele é sangue do meu sangue". Era o Rafael Marroig [fã do Led Zeppelin], na época com 16 anos."
Leia a matéria completa no G1.
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