Por que Paul Stanley, do Kiss, não gosta dos três primeiros álbuns da banda
Por Igor Miranda
Postado em 29 de junho de 2021
O Kiss é uma das grandes bandas de hard rock da história, mas demorou um pouco para atingir o estrelato. O grupo foi formado em 1973 e logo conseguiu contrato com uma gravadora, a Casablanca, mas seus três primeiros álbuns não fizeram sucesso.
"Kiss" (1974), "Hotter than Hell" (1974) e "Dressed to Kill" (1975) trazem várias músicas que se tornariam clássicos do Kiss. Entretanto, o sucesso só veio mesmo com o disco ao vivo "Alive!" (1975), que apresenta, justamente, músicas desses três trabalhos iniciais.
Em entrevista à SiriusXM, transcrita pelo Ultimate Classic Rock, o vocalista e guitarrista Paul Stanley refletiu sobre esses álbuns iniciais do Kiss. O artista destacou que nem ele gosta desses trabalhos - mas não das canções e, sim, de como soam as gravações.
"Acho que o primeiro álbum (do Kiss) soa muito ruim. Nunca fui fã dos três primeiros álbuns, sonoramente. Éramos bombásticos - essa banda ao vivo era um trovão. Mas nos álbuns, parecia um pouco estranho para mim", afirmou.
O Starchild reconheceu que não conseguia encontrar a solução para esse problema naquela época. "Eu não sabia como fazer soar melhor. Eu só sabia que não era como soávamos. Para esse fim, você deve se lembrar que não foi até 'Alive!' (1975) que a banda estourou", declarou.
Por fim, Stanley apontou que muitos fãs ficavam decepcionados por assistirem a uma boa performance do Kiss ao vivo e, em seguida, encontrarem gravações mais fracas nos álbuns. "As pessoas vinham nos ver ao vivo e adoravam o que viam, então você colocava o álbum e dizia: 'isso não soa como a banda que eu vi'", pontuou.
O trecho da entrevista em que Paul Stanley fala sobre o assunto pode ser conferido no vídeo a seguir.
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