Chili Vega: Artista carioca lança música sobre saúde mental e os efeitos da pandemia
Por Rosa Andrade
Postado em 15 de agosto de 2021
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
No dia 13 de agosto, o músico carioca Chili Vega lançou seu primeiro single, o "9PM". A composição autoral é gravada 100% pelo artista e tem mixagem e masterização do produtor Celo Oliveira. A música tem uma letra densa que fala sobre os possíveis efeitos colaterais na saúde mental das pessoas durante o período pandêmico. "Foi um período extremamente traumático para todos, sem exceção. De uma hora para outra, todos tivemos que lidar com incertezas, medos e traumas internos que o confinamento trouxe à tona".
Chili produz, compõe e grava as músicas em seu próprio estúdio, o Vega's Lab. Além da nova música, Chili também lançará seu próximo EP, com nome provisório de "Vault". Nele, o artista revisita suas músicas antigas, com novos arranjos e buscando uma sonoridade mais moderna, tendo como influências bandas como Muse, 3 Doors Down e Wolf Alice. "Minha ideia é lançar uma música por mês até o lançamento do EP, em novembro, e contará, a princípio, com seis canções", revela. Os planos de Chili ainda envolvem um álbum com versões acústicas de suas músicas, além de um tributo a David Bowie e um novo EP autoral.
Em 2017, após passar por um período de depressão, Carlos Lösch adotou o nome artístico Chili Vega, que é uma junção de seus personagens preferidos do John Travolta, Vincent Vega (Pulp Fiction) e Chili Palmer (Be Cool). Nesse mesmo ano ele gravou seu ábum de estréia, "New Is Dead", disponível em todas as plataformas digitais. Profissionalmente, Chili concilia seus trabalhos como produtor e músico com o cargo de Analista de Inteligência da Polícia Civil do RJ.
Sobre o artista
Nascido e criado no Rio de Janeiro, começou a tocar guitarra em 1997, aos 15 anos, influenciado por Eddie Van Halen, Stevie Ray Vaughan e Iron Maiden. Aos 20 anos, se formou em Harmonia Funcional com o professor Isidoro Kutno, em um método criado na famosa Berkelee College of Music. Nesse mesmo ano, montou a banda DNP – Damas Não Pagam, projeto independente e autoral com composições próprias e que teve dois discos lançados, com feedback extremamente positivo por parte da mídia especializada. Com esse mesmo projeto, compôs, em parceria com o cantor e compositor Nando Guitti, a música tema do filme Estocolmo, que contava com José Wilker como protagonista.
No ano seguinte, montou a banda Heartbreak Boulevard, com influências de bandas do Hard Rock oitentista como Guns n’ Roses, Van Halen, Skid Row etc. A partir daí, tocou em inúmeros projetos que faziam tributo a bandas como Kiss (Flaming Youth), Van Halen (Right Now – Van Halen Tribute), Journey (Frontiers), Bon Jovi (Bad Medicine), Aerosmith (Sweet Emotion), Rolling Stones (Birinight), Ozzy Osbourne (Overdozzy), Uriah Heep (Biriheepster). Também montou a banda Digital, especializada em clássicos do pop internacional dos anos 80 e tocou com bandas expressivas no cenário carioca como a Perdidos na Selva, primeira banda tributo aos anos 80 do RJ e Fato Consumado, além de fazer shows solo de voz e violão. Em 2008, gravou e produziu o seu primeiro álbum solo, intitulado Carlos Lösch´s Pop Vanity.
"Em 2013, sendo um grande fã de musicais da Broadway, fiz uma versão do meu musical preferido, o Jesus Christ Superstar, e gravei e produzi as quatro músicas mais famosas do espetáculo, contando com os vocalistas Gus Monsanto, Silvio Mazzei e Evelyn Castro. Essas gravações foram o embrião do que se tornaria a ROCKWAY – Rock´n´Broadway, projeto que recria versões de clássicos da Broadway e do cinema com arranjos de Rock n Roll e conta com a participação de diversas atrizes e cantoras como Analu Pimenta, Kacau Gomes, Evelyn Castro, Camila Marotti e Hugo Faro e que teve uma excelente repercussão em vídeos lançados no Youtube".
A sua versão de The Pretender, do Foo Fighters, contou com a participação da atriz e cantora Evelyn Castro (Porta dos Fundos, Multishow), teve grande repercussão e, como resultado, para ajudar na divulgação do novo disco da banda, Medicine at Midnight, foram convidados pela Sony Music para gravar uma versão da música "Waiting On a War", versão essa que teve a aprovação e foi repostada pela própria banda.
Site:
www.chilivega.com
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música de 1993 que atingiu a nota mais alta da história do rock
O baterista que Lars Ulrich coloca acima de Neil Peart na história do rock
A banda de heavy metal com mais álbuns em primeiro lugar nos Estados Unidos
Quando Jeff Beck percebeu que Jimi Hendrix estava com sérios problemas
A música do Kiss que fez (muito) mais sucesso na Europa do que nos EUA
O gigante do rock que Angus Young disse ser uma imitação pobre do The Who
Rob Halford encontrou a fé depois que parou de beber e usar drogas
A reação de Mike Portnoy ao ficar sabendo da morte de Cliff Burton
A música mais bonita do Radiohead de todos os tempos, segundo Thom Yorke
A pior faixa de "Reign in Blood", do Slayer, segundo a Metal Hammer
A música dos Stones dos 60s que Mick Jagger considera uma fórmula perfeita de sucesso pop
O álbum de metal sem a qual o Nirvana não existiria, de acordo com Krist Novoselic
Ministry anuncia seu último álbum, "Hate To Go (Take Out or Delivery)"
O álbum do Metallica que Paulo Ricardo adora: "Obra-prima, canções maravilhosas"
O compositor dos anos 80 que Paulo Ricardo coloca acima de Cazuza e Renato Russo
Nasi lembra fase mais difícil do vício: "Cheirei todo dia por 7 anos seguidos"
A música que Nando Reis fez a letra, mas Samuel Rosa achou muito ruim
O guitarrista que passou pelo Guns N' Roses e Slash admitiu ser melhor do que ele


Rob Halford: Uma resposta educada a comentários de Dickinson
O motivo pelo qual Renato Russo tinha vergonha do clássico "Tempo Perdido"
A banda que o Metallica odiou fazer turnê: "Não é algo que gostaríamos de fazer de novo"
Pensadores e autores que inspiraram o Heavy Metal: Friedrich Nietzsche
Cinco discos de heavy metal para ouvir sem pular nenhuma faixa
O hit de Raul Seixas que ele fez aos 12 anos e Paulo Coelho desdenhou e se arrependeu



