Rafael Bittencourt se surpreende ao ser apresentado aos Barões da Pisadinha
Por Gustavo Maiato
Postado em 11 de abril de 2022
Durante um episódio do podcast Amplifica, com participação do compositor Mateus Carrilho, o assunto da diversidade musical do Brasil surgiu e o apresentador Rafael Bittencourt, do Angra, refletiu sobre a pluralidade cultural no Brasil.
"Existe um público que está aberto para novidades e que não tem tantos preconceitos ou paradigmas. Existem uns que não ligam para as grandes conquistas da Bossa Nova e até do Sepultura ou Angra. Existem vários grandes artistas no Brasil. Eu luto pela união da cultura brasileira. Temos coisas riquíssimas. É um povo muito plural, então a expressão cultural também é plural. É o grande ouro do Brasil", disse.
Foi então que Mateus Carrilho deu vários exemplos de gêneros musicais que apresentam artistas bons e outros ruins, incluindo o piseiro.
"É uma visão antiga falar que só gosta disso ou daquilo. Ninguém é uma coisa só. Existem músicas boas ou ruins em qualquer categoria. Existe uma MPB boa e outra ruim. Um piseiro que é bom e outro ruim, como João Gomes, que acho foda! Existe piseiro ruim".
Rafael Bittencourt, então, questionou o que seria o piseiro, já que não tinha ouvido falar no estilo. Mateus explicou que é uma divisão do forró, só que mais rápido, e seu expoente principal é o grupo Barões da Pisadinha. Em sua visão, o termo "pisadinha" faria referência a um tipo de dança e não ao estilo em si.
"Piseiro é um ritmo que é uma célula do forró, só que mais rápido. Você já ouviu falar dos Barões da Pisadinha? Eles são piseiros. Foi algo que se originou do forró. Essas mutações que a música faz, tipo o funk, que nos anos 1990 era Miami Bass, depois nos anos 2000 virou o Tamborzão, que era da Furacão. Depois, virou outra coisa, atualmente virou Funk 150. O ritmo vai se atualizando", disse.
Confira o episódio completo aqui.
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