Mustaine diz que não queria talaricar outra banda para substituir Ellefson
Por Mateus Ribeiro
Postado em 26 de julho de 2022
Dave Mustaine, guitarrista, vocalista e líder do Megadeth, concedeu entrevista ao site Loudwire. Um dos assuntos abordados durante o bate-papo foi a presença do baixista Steve DiGiorgio no álbum "The Sick, The Dying... And The Dead!". Steve, que faz parte do Testament, foi recrutado para regravar as linhas anteriormente gravadas por David Ellefson, que por sua vez, foi demitido por falar (e mostrar) mais do que deveria.

Segundo Mustaine, a busca por um substituto exigiu alguns cuidados. "Esse período pelo qual a banda e todos associados a nós passaram foi um pouco delicado. Queríamos fazer a coisa certa. Tentar encontrar o substituto para alguém não era a coisa certa a fazer na época, porque ninguém realmente conhecia todos os fatos e certamente não queríamos roubar ninguém. Os caras do Testament são meus amigos", declarou o frontman do Megadeth.
Para justificar sua posição, Mustaine relembrou um caso que aconteceu com o Metallica. "Por melhor que Steve seja, eu lembro como foi quando nós [Metallica] tiramos Cliff [Burton] do Trauma. A banda Trauma não era tão boa, mas havia caras na banda e suas vidas mudaram quando isso aconteceu (...). Eu queria ter certeza de que, se fosse contratar alguém, não o estava roubando de ninguém", complementou.
No final das contas, o escolhido para ocupar a vaga de baixista foi James LoMenzo, que havia tocado no Megadeth entre 2006 e 2010.
"The Sick, The Dying... And The Dead!" será lançado dia 2 de setembro. O sucessor de "Dystopia" (2016) foi gravado por Dave Mustaine (guitarra/vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Steve DiGiorgio (baixo) e Dirk Verbeuren (bateria).
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