Charlie Benante diz que duas lendas da bateria no Rock inventaram o "Air Drumming"
Por Bruce William
Postado em 18 de julho de 2022
Durante conversa com o Brave Words, foi perguntado a Charlie Benante como ele se classificaria entre zero e dez como baterista e como guitarrista: "Na bateria estou sempre aprendendo, é isso. Dou uma olhada no instagram e quando vejo alguém fazer algo que eu acho legal que nunca teria pensado naquilo, pronto, eis uma nova inspiração. Em relação à guitarra, eu gostaria de ser um instrumentista melhor porque em termos de ritmo eu sou um baterista, então sou muito rítmico quando se trata de riffs e coisas assim, mas como guitarra líder eu gostaria de ser tipo o Michael Schenker".

O entrevistador então fala sobre Neil Peart, dizendo que o saudoso baterista do Rush elaborava suas partes de forma tão intensa que forma que elas continuassem sendo interessantes todas as noites em que ele tocava com a banda, e Benante concorda: "Foi uma das melhores coisas que ele fez, pois mostra que a banda não é apenas o vocalista ou o guitarrista, tem também muito daquele cara que está ali atrás, fazendo com que o público preste atenção nele também. Vamos ser honestos, Neil e Phil Collins inventaram o air drumming. Não havia como assistir o Rush e, ao chegar naquelas partes, você deixar de preencher com as suas batidas imaginárias no ar. Nos shows do Rush você via muitos 'bateristas imaginários'. E Neil fez muito pelo instrumento, acredito que muitos bateristas gostam muito dele por causa disso".
Charlie revela ainda qual a música do Rush que ele considera mais difícil de tocar: "Uma das músicas mais difíceis de tocar, e não é porque as partes são difíceis mas sim por conter muitas partes, é 'Natural Science' (do álbum "Permanent Waves", de 1980)". E ao ser perguntado se há alguma canção do Rush que ele simplesmente não consegue tocar, Charlie responde com outras duas músicas do mesmo álbum: "Talvez 'Different Strings'? (Risos). Não, eu consigo tocar. Adoro esta música, o trabalho de Neil nela é fantástico. Acho que consigo tocar todas as músicas do Rush, mas naturalmente preciso sentar e estudar tipo 'O que é isto que está sendo feito aqui?'. 'Freewill' é outra, com uma parte monstruosa".
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