A característica de Edu Falaschi que seu ex-parceiro Gustavo Di Pádua mais admira
Por Gustavo Maiato
Postado em 22 de setembro de 2022
O guitarrista Gustavo Di Pádua foi convidado para entrar no Almah com a difícil missão de substituir Paulo Schroeber, que estava sofrendo com problemas de saúde. Em entrevista ao jornalista musical Gustavo Maiato, Di Pádua comentou como rolou o convite para entrar na banda.
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"O convite foi assim. Estava jantando com um amigo e o Edu Falaschi me ligou. Eu estive com ele antes em eventos de Expo Music, mas não conhecia. Tínhamos amigos em comum. Aí, ele falou do Almah para mim. Eu já tinha ouvido os discos anteriores e gostava muito. Sempre gostei do trabalho dele, então fiquei amarradaço com o convite", disse.
De acordo com Gustavo Di Pádua, o período em que participou do Almah é motivo de orgulho para sua carreira. O músico disse que considera Falaschi uma pessoa "trabalhadora" e que sempre admirou essa qualidade.
"Eu fiquei muito feliz, conhecia o Edu na época do Angra, claro. Eu ouvia no álbum o Almah, e depois toquei! Foi uma honra! Ele foi muito simpático comigo. Ainda não existia nada do ‘Unfold’. Participei integralmente da história do disco, isso que foi legal. Me orgulho da história que fiz com o Almah. Fiquei uns 2 anos na banda e construí uma história legal.
Acho que crescemos muito naquele período. A banda estava se projetando muito bem, estávamos arrebentando. Lembro que ouvi primeiro o "Motion", que é o que mais gosto. É bem moderno, tipo o ‘Unfold’. O Almah estava dando sinais de novos ares e topei. Começou a ralação, tinha show para caramba. O Edu me explicou como era o esquema da banda. Acertamos tudo, gostei da proposta, topei apostar. Quando aceito um projeto, ele vira como se fosse meu.
O Edu Falaschi é um cara trabalhador, adoro isso. Essa parte foi intensa. Trabalhava demais. Tirei o disco todo pelo disco e não com arquivos isolados! O primeiro show foi no Metal Open Air, no Maranhão. Sei que houve um problema no evento, mas não nos afetou. Parece que quando tem treta, estou fora! [risos]. Eu tirei o ‘Motion’ e foi difícil para cacete! As guitarras do Paulo são absurdas. Encarei o desafio, tirei a porra toda!", concluiu.
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