Les Claypool comenta álbuns do Yes, Rush e Peter Gabriel que mudaram sua vida
Por André Garcia
Postado em 24 de outubro de 2022
Primus é uma daquelas bandas realmente alternativas: poucos conhecem, mas muitos dos que conhecem adoram. Formado nos Estados Unidos em meados dos anos 80, é um trio que gira em torno de seu vocalista e baixista Les Claypool — único integrante que fez parte de todas as formações.
Primus - Mais Novidades
A banda lançou seu álbum de estreia "Frizzle Fry" em 1990, e não demorou a chamar atenção, em muito graças às excêntricas e incríveis linhas de baixo de Les. Dessa forma, apenas entre 1991 e 92 eles abriram shows para nomes como Public Enemy, Rush e U2.
Em entrevista para a Guitar World, Claypool comentou álbuns das lendas do rock progressivo Yes, Rush e Peter Gabriel, que possuem linhas de baixo que mudaram sua vida.
Yes - Roundabout (1971)
"Chris Squire foi um dos meus primeiros heróis. O cara que produziu 'Fragile', Eddie Offord, entrou em contato com o Primus lá no começo, e queria nos produzir. Mas era muito cacique para pouco índio, então não queríamos ter ninguém nos produzindo. Mas uma coisa que ele me disse foi 'Eu posso te entregar o timbre de Chris Squire'. Eu fiquei, tipo, 'Hummm…' Tentei arrancar aquilo dele, mas ele não me dava nem uma pista [risos]! Depois de tocar por tanto tempo, aprendi que o timbre está bastante nos seus dedos, e em como você ataca o instrumento."
Rush - All The World’s A Stage (1976)
"Para mim, em meus tempos de moleque, 'All The World's A Stage' foi uma descoberta incrível. Aquele realmente foi o álbum que me jogou naquele mundo de aprender baixo. Geddy é um músico muito melódico, e sua forma de fazer fraseados é incrível. Eu até introduzi o Rush ao Canadian Hall of Fame, e tocamos 'Spirit of Radio' — aquela p*rra é difícil, cara!"
Peter Gabriel - Shock The Monkey (1982)
"Tony Levin é reverenciado no mundo do baixo graças às coisas que fez com [Peter] Gabriel e King Crimson. Aquilo foi espetacular. Em termos de ser um músico completo, ele é provavelmente meu preferido. Ele tem um bom groove, um grande timbre, e tem arrepiantemente misteriosos elementos experimentais, mas ele tem um incrível bom gosto. Tem caras de muito bom gosto que você não consegue distinguir dos outros, mas Tony é muito reconhecível. Ele fica no fundo da mixagem, mas você reconhece ele, o que não é um feito qualquer."
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Geddy Lee não é fã de metal, mas adora uma banda do gênero; "me lembram o Rush"
O guitarrista que BB King disse ser melhor que Hendrix; "toca melhor do que qualquer um"
Versão do Megadeth para "Ride the Lightning" é oficialmente lançada
A música do Megadeth que James Hetfield curte, segundo Dave Mustaine
A mensagem profunda que Dave Mustaine deixou na última música da carreira do Megadeth
Homenageando falecido baixista do Scorpions, Jon Bon Jovi publica foto com o... Anvil
Como EP de apenas três músicas mudou o rumo do rock dos anos 2000, segundo a Louder
Fãs de heavy metal traem menos em relacionamentos, aponta pesquisa
Como uma banda transformou seu adeus em um dos filmes mais importantes do rock
Fabio Lione critica o fato do Angra olhar muito para o passado
A lenda do rock que ficou anos sem falar com Slash; "eu disse uma besteira sobre ele"
Paul Rodgers elege o melhor verso de abertura de todos os tempos
Fabio Lione rompe silêncio e fala pela primeira vez sobre motivos da sua saída do Angra
Guitarrista resume a era de ouro do death metal dos anos 90 em tributo relâmpago
Helloween coloca Porto Alegre na rota da turnê de 40 anos; show antecede data de SP


Metal Sucks: Quem é o baixista mais subestimado de todos os tempos?


