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Bruce Dickinson relembra dificuldades vocais antes de entrar para o Iron Maiden

Por André Garcia
Postado em 01 de outubro de 2022

Nas incontáveis listas de maiores vocalistas de heavy metal de todos os tempos disponíveis na internet, Bruce Dickinson sempre está incluso — quando não no topo, próximo dele. E isso em muito por conta de seu trabalho como frontman do Iron Maiden, banda à qual se juntou em 1981, já de cara emplacando três obras-primas em sequência: "The Number of the Beast" (1982), "Piece of Mind" (1983) e "Powerslave" (1984).

Foto: Liny Oliveira
Foto: Liny Oliveira

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Entretanto, antes disso ele foi vocalista do Samson, onde recebeu o apelido de sirene anti-aérea por seus poderosos agudos. Conforme publicado pela Classic Rock, ele próprio contou em seu livro What Does This Button Do? que naquela época ele precisou estudar para superar suas limitações técnicas.

"Nós começamos a ensaiar para uns shows, eu fiquei rouco depois de meia hora. Nós tocamos no Marquee Club, eu fiquei dois dias sem conseguir falar. Eu estava desesperado! Eu tinha cantado em um álbum que estava tendo uma ótima recepção, mas me sentia uma fraude — minha voz não funcionava!"

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Foi aí então que Bruce lembrou dos conselhos que recebera da ex-namorada de seu dentista, que havia feito aulas de canto: "Para mim, você tem uma voz bem legal, mas ela precisa de um pouco mais de controle." Após pegar o caderno de exercícios dela emprestado, o vocalista partiu para a biblioteca para aprender melhor como a voz funciona.

"Lembra do caderno de canto e as pesquisas sobre respiração e ressonância na biblioteca?" perguntava ele a si mesmo. "Lembra dos exercícios idiotas com velas, de segurar cadeira diante de você, de pressionar a lombar contra a parede, e todas aquelas coisas bizarras para fortalecer o diafragma e desenvolver a ressonância da sua voz de peito e a voz de cabeça?"

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"Técnica de nada serve a não ser que você a aplique. Você já tem a técnica para aplicar à sua voz, pare de sentir pena de si mesmo e use a cabeça! Aprenda a ser você. Ensine a si mesmo. Eu comecei a ver todo um novo horizonte se abrindo. Se eu fosse um pintor, seria como se eu estivesse recebendo uma aquarela gigante com todo uma nova palheta de cores."

"[Aquilo] estava ficando muito empolgante, mas eu não estava certo se [meu caminho] seria com o Samson. [Olheiros das gravadoras] estavam interessados em nós. Mais que isso, estavam interessados especificamente em mim — o que ficou mais do que claro na sessão de fotos, onde eu fiquei na frente e a banda atrás."

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Bruce Dickinson sentia que o Samson havia ficado pequeno para ele, e necessitava integrar uma banda que tivesse um potencial tão grande quanto o seu. Isso aconteceu no Reading Festival de 1981, quando ele foi abordado pelo manager do Iron Maiden, Ron Smallwood, e convidado para fazer um teste para a banda. O resto é história.

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Sobre André Garcia

Sou redator e tradutor freelancer e escritor, autor do livro de contos Liber IMP. Ouço rock desde pequeno, leio coisas sobre bandas desde sempre e escrevo sobre ela já tem anos. Cresci como fã de Iron Maiden e paladino do rock, mas já me tratei. Hoje sou fã de nomes como Beatles, David Bowie, The Cure, Kraftwerk e Velvet Underground, e de cenas como a Londres psicodélica, a Nova Iorque proto-punk e a Manchester pós-punk. Escrevo notas e notícias rápidas para o Whiplash.Net visando compartilhar conteúdo relevante sobre música e cultura pop.

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