De Kate Bush a Can, John Lydon lista seus 12 álbuns preferidos de todos os tempos
Por André Garcia
Postado em 14 de março de 2023
Idolatrado por uns e desprezado por outros, ninguém pode negar que John Lydon é uma das figuras mais influentes do rock inglês: foi tanto um pioneiro do punk rock como líder dos Sex Pistols, nos anos 70, quanto do post-punk, liderando o Public Image Ltd na década seguinte.
Sex Pistols - Mais Novidades
A Far Out Magazine listou os 12 álbuns preferidos de todos os tempos do vocalista, apresentando um comentário dele sobre a maioria das escolhas.

The Kinks - The Kinks
"O irmão mais velho de alguém tinha esse, lembro que era na Pye Records. E, meu Deus, aquela guitarra insana [de 'You Really Got Me'] começou tudo para mim. Mas tenho que ter cuidado ao compartilhar meus gostos musicais, porque isso volta para assombrar você…"
For Your Pleasure - Roxy Music
"Eu entendo o que Bryan Ferry estava tentando fazer: experimentar um mundo bizarro, enquadrando o que encontra no seu estilo, sua linguagem e artilharia. É um conceito exótico e intrigante, e ele é o único que faz isso. Essa música ['In Every Dream Home a Heartache', uma declaração de amor a uma boneca inflável] revela um canto de sua psique que poucas pessoas gostariam de admitir que existe. A mente se aventura em lugares escuros e o corpo segue. É uma ilusão romântica e é um material fascinante para uma música."

The Raincoats - The Raincoats
"Eu me importava profundamente com o que estávamos fazendo com os [Sex] Pistols, foi doloroso ser colocado no pacote do punk, ao lado de seres inferiores. Mas os Raincoats ofereceram uma maneira completamente diferente de fazer as coisas, assim como o X-Ray Spex. Todos os livros sobre o punk falharam em perceber que aquelas mulheres estavam envolvidas por nenhum outro motivo além de serem boas e originais."
Tago Mago - Can
"Tago Mago"(1971), do Can, é amplamente considerado um clássico do rock experimental por sua mistura peculiar de rock psicodélico, jazz, música eletrônica e improvisação livre.
The Kick Inside - Kate Bush
"Seria ridículo não mencionar Kate Bush como alguém que cria uma paisagem de sonhos poderosa e um grande clima. Mas eu também amo Traffic, as texturas pop de Marc Bolan, e todos os tipos de techno."
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | Trout Mask Replica - Captain Beefheart
"Trout Mask Replica" (1969) é considerado uma obra-prima do rock experimental, chegando a ser comparado aos trabalhos mais ousados de Frank Zappa. É uma visceral, desafiadora, surrealista e bizarra mistura de blues, jazz, avant-garde e rock psicodélico.
Move It! - Cliff Richard
"Meus pais tinham uma coleção [de discos] fantástica! Não tinha só músicas folclóricas irlandesas e acordeões, tinha Beatles e muito Cliff Richard também. O primeiro disco que quis comprar foi 'Move It!', de Cliff Richard. Era uma música muito boa na época, e ainda é. O material antigo de Cliff Richard era uma espécie de rebelião, e ele fazia movimentos que deixaram uma boa impressão em uma criança de cinco anos."

OK - Tavil Singh
"Pessoas que criam suas próprias tapeçarias sonoras sempre me intrigaram. Talvin Singh levou sua formação clássica a novos lugares, e isso não é nada mal. Mas meus gostos musicais são resultados do acaso: eu vou para a biblioteca e descubro algo que poderia ter ouvido há anos, mas nunca peguei para ouvir. Foi isso o que aconteceu outro dia com Talvin Singh."
Pretties For You - Alice Cooper
"Eu frequentava duas lojas de discos antigamente. Uma delas ficava em Finsbury Park, era administrada por uma adorável senhorinha de cabelos brancos, que só tinha Jimi Hendrix e um dub pesado, profundo e denso — estava sempre cheia de jamaicanos. A outra era administrada por dois caras de cabelos longos e gordos, de ótimo gosto musical. Foi lá que eu descolei o 'Pretties for You', do Alice Cooper. Foi muito antes dele ficar popular. 'Pretties for You' é um ótimo exemplo de arte ruim."

Raw Power - The Stooges
"Eu nunca considerei os Stooges como os primeiros punks, ou alguma coisa assim. Isso é manipulação midiática dos fatos. Eu os amava, sempre ficava chocado com o cabelo comprido deles."
The Man-Machine - Kraftwerk
"No ano passado, conheci um dos membros do Kraftwerk e fiquei muito surpreso: eles não eram nada como eu os imaginava pelas capas dos álbuns! Eles estavam usando o que eu chamaria de camisas dos Beach Boys. De um jeito estranho e distorcido, eles disseram que eu tive uma certa influência sobre eles; eu não acreditei nem por um segundo, mas vou aceitar. Eu amava tudo deles! Sua maneira fria e sem emoção de apresentar a música pop sempre me divertiu — era tão novo, irônico, cínico e meio que acolhedor... tão à frente de seu tempo."

Killer - Alice Cooper
"Killer" (1971) é o quarto álbum de estúdio de Alice Cooper, um dos primeiros a apresentar o hard rock teatral que se tornou a marca registrada de seu vocalista. Inclui clássicos como "Under My Wheels" e "Be My Lover".
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