O álbum no qual o Black Sabbath chegou ao auge, segundo Lars Ulrich
Por André Garcia
Postado em 29 de junho de 2023
Lars Ulrich, assim como praticamente todo membro de toda banda de metal, tem no Black Sabbath uma de suas maiores influências. Para ele, o Sabbath chegou ao auge em 1975.
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Desde da virada dos anos 70 para a década seguinte, o jovem Lars era fanático pelas bandas de heavy metal da Inglaterra, como Judas Priest, Iron Maiden, Machine Head e, claro, o pai-de-todos Black Sabbath.
Para a Rolling Stone em 2017, o baterista comentou alguns de seus álbuns favoritos, apontando "Sabotage" (1975) como o auge do Black Sabbath em termos de sonoridade.
"Eu sei que para muitos fãs do Black Sabbath, [o auge da banda foi em] 'Paranoid' ou 'Master of Reality'. Para mim, foi com o golpe certeiro 'Hole in the Sky' e depois 'Symptom of the Universe' que ela atingiu o ápice para mim. E depois vem as faixas mais profundas. 'Megalomania' é como uma jornada pelos fundamentos do heavy metal. O lado a, se pegarmos o vinil, provavelmente seja os melhores 20 minutos do Black Sabbath. E então 'Symptom of the Universe': a simplicidade do riff, a palhetada para baixo, o [som da guitarra fazendo] chug… Foi o gabarito de como soaria o hard rock e o metal... até os anos 80 e 90!"
"Este disco", acrescentou, "tinha um pouco mais daquela energia mais acelerada do que alguns dos outros álbuns, então isso também é, em parte, motivo pelo qual é meu favorito. Obviamente, o som deles ficou um pouco mais avançado ao longo do tempo. Há uma simplicidade nos primeiros discos que eu curto, mas sonoramente, 'Sabotage' é o melhor."
Ulrich revelou ter um carinho especial também por um outro trabalho de Iommi e companhia:
"O primeiro disco do Sabbath que eu tive foi o anterior a ele, 'Sabbath Bloody Sabbath'. Ganhei de presente de natal em 73, quando foi lançado. Era tudo tão assustador! 'Sabbath Bloody Sabbath', a música, quando entra na segunda parte… p*ta que pariu! É uma loucura, e de dar medo."
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