Paul Stanley exalta o lado comercial do Metallica: "Como não ser fã?"
Por André Garcia
Postado em 01 de julho de 2023
O Metallica é muito exaltado pela fúria melódica de seus dias de thrash. Paul Stanley, por outro lado, exaltou justamente sua abertura para uma sonoridade mais acessível no "Black Album".
Em entrevista de 2022 para a Classic Rock, o co-fundador do Kiss (o da estrela) não poucou elogios a James Hetfield e companhia: "Como você não pode ser fã do Metallica?"
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"Eric Carr [ex-baterista do Kiss] foi quem trouxe o Metallica para o nosso universo", acrescentou, "e ele fez isso muito antes: lá nos primeiros dias do Metallica. Mas, em termos de se tornar um fenômeno mundial, eu diria que o 'Black Album' foi o responsável. 'Enter Sandman', aquela música realmente acendeu uma chama, mudou algo. Ela manteve a garra, a paixão e a crueldade do que eles já tinham feito até ali, e conseguiu embalar um apelo mais amplo. Não foi coincidência ter sido Bob Rock que produziu aquele álbum. Ele era o cara para trazer o lado mais comercial do som de uma banda, quer fosse o Metallica ou o The Cult."
"Mas a coisa mais importante quando você está em uma banda [...] é fazer o que quer. Parabéns ao Metallica por isso! Para onde eles foram desde o Black Album, considerando suas raízes, é simplesmente incrível. Seu apelo massivo — em letras garrafais. E que ultrapassou fronteiras — sempre um grande ponto positivo", concluiu.
O "Black Album" (1991) foi visivelmente uma grande influência na mudança estética, sonora e lírica do Kiss no álbum "Revenge" (1992). Considerado por muitos o melhor álbum do Kiss desmascarado, tem ótimas músicas como "Unholy", "Domino", "Take It Off" e "I Just Wanna". Elas só não se tornaram hits porque pouco foram tocadas ao vivo a partir de 1994.
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