A opinião de Junior Groovador sobre campanha que pedia sua entrada no Megadeth
Por Gustavo Maiato
Postado em 29 de setembro de 2023
Junior Groovador, irreverente músico brasileiro conhecido por sua habilidade com o baixo, recentemente expressou sua opinião no canal Amplifica sobre uma campanha que clamava por sua entrada na icônica banda de heavy metal, Megadeth.
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O artista, cujo estilo swingado e talento excepcional conquistou uma legião de fãs, foi alvo de uma mobilização entusiástica por parte de seus admiradores, que acreditam que sua presença poderia adicionar uma nova dimensão ao som característico do Megadeth.
Em suas declarações, Junior Groovador demonstrou gratidão e surpresa diante do apoio fervoroso de seus fãs. "Os internautas fizeram campanha. Eles queriam muito isso e mencionaram até o Kiko Loureiro. Acabou que a coisa não foi para frente, mas fico muito feliz de o pessoal do Brasil ter feito uma campanha. Foi algo divertido. Não vejo tanto essa possibilidade, eu teria que estudar muito! [risos] Mas fico feliz! É outro estilo, né? Mas vou ser sincero. Se eu tivesse possibilidade de só ir lá e meter o groove, para mim, oportunidades são coisas que temos que abraçar e enfrentar. Eu, como nordestino potiguar, sou pau para toda obra, meu amigo! Se é para sentir a pegada megadetheriana, a gente faz".
A história de Junior Groovador
De acordo com a reportagem de Mateus Ribeiro, baseada nas declarações feitas por Groovador no mesmo podcast, o talentoso baixista emergiu como um fenômeno da internet na década passada, graças às suas interpretações animadas de clássicos do Rock and Roll. Suas performances cheias de energia o levaram a participar do show da banda Tenacious D no festival Rock In Rio de 2019.
Júnior compartilhou detalhes sobre sua colaboração com Jack Black, o vocalista do Tenacious D, durante o episódio 170 do podcast Amplifica. Segundo o baixista, quando recebeu o convite para se apresentar no Rock In Rio, não estava vivendo exclusivamente da música. Na verdade, estava desempenhando o papel de vigilante para ganhar a vida.
"Por incrível que pareça, eu não estava vivendo de música naquela época. Estava trabalhando como vigilante. O mercado musical estava muito difícil para mim, e eu precisei buscar outra profissão. Tive que dar um passo atrás na minha vida, você entende? Após enfrentar dificuldades e desafios em Fortaleza, no Ceará, eu retornei à minha terra natal de mãos vazias. No entanto, consegui encontrar uma oportunidade para custear um curso de vigilante, completei o treinamento e comecei a trabalhar. Passei um ano e meio nessa profissão", afirmou o músico talentoso e carismático. Ele creditou à sua fé a capacidade de transformar sua vida.
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