Como Sepultura salvou o repetente e sem namorada Andreas Kisser das incertezas da vida
Por Gustavo Maiato
Postado em 31 de outubro de 2023
A história de Andreas Kisser é uma jornada de superação e sucesso que se entrelaça com a jornada da icônica banda de metal brasileira, o Sepultura. Em uma entrevista exclusiva concedida ao canal do YouTube "Provoca", Andreas Kisser compartilhou detalhes fascinantes de como o Sepultura não apenas o acolheu quando ele estava "repetente e sem namorada", mas também transformou sua vida de maneira extraordinária.
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Kisser, o talentoso guitarrista do Sepultura, refletiu sobre seu início na banda e os desafios que enfrentou. Ele descreveu um momento de incerteza em 1986, quando se viu sem rumo, repetindo o ano na escola e sem um relacionamento romântico. Naquela época, ele se perguntava sobre o que faria da vida, considerando se continuaria na escola ou seguiria para a faculdade.
Foi nesse momento crítico que a música entrou em cena. Kisser mencionou que a guitarra entrou em sua vida como um raio de esperança, mudando completamente seu destino. Ele encontrou um grupo de músicos em Belo Horizonte e, juntos, começaram a criar música. A química entre eles era inegável, e, em 1988, conseguiram um contrato internacional.
O Sepultura, uma banda que completará 40 anos no próximo ano, desempenhou um papel crucial na vida de Andreas Kisser. Com um início marcado por dois irmãos e uma constante evolução de membros, o grupo é um exemplo notável de reinvenção. Para Kisser, a chave para o sucesso é a honestidade consigo mesmo e a capacidade de se adaptar ao momento presente, em vez de tentar emular o passado.
A entrevista ao canal "Provoca" revela não apenas a carreira bem-sucedida de Andreas Kisser no Sepultura, mas também a importância de abraçar as mudanças, ser fiel a si mesmo e enfrentar os desafios de frente. É uma história de inspiração para todos que buscam superar as incertezas da vida e abraçar a paixão que pode transformar destinos. Confira o relato completo abaixo.
"Desde o início, minha jornada no Sepultura foi incrível. Inicialmente, eu nem estava pensando nisso, mas a vida tinha outros planos. Um mês depois, o guitarrista da banda saiu, e eu entrei. Na época, eu estava meio perdido, em 1986. Não tinha namorada, tinha repetido de ano na escola e estava sem uma banda. Eu estava pensando: 'O que vou fazer da vida? Mais um ano na escola? Vou para a faculdade?'. Foi quando a guitarra entrou na minha vida e mudou tudo.
Conheci aqueles caras e fui para Belo Horizonte. Começamos a tocar juntos, houve uma química incrível e conseguimos um contrato internacional em 1988. A banda tem uma história linda, e no próximo ano completará 40 anos. Começou com dois irmãos, e ao longo do tempo, alguns membros entraram e saíram. É uma história de reinvenção, algo que todos buscam hoje em dia. A dica que posso dar é ser honesto consigo mesmo, ter essa conversa interior e respeitar o momento. Não vale a pena tentar copiar coisas que já não existem. É importante olhar para o que está aqui agora e saber lidar com o passado."
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