A única música gravada pela Legião Urbana que não tem a participação de Renato Russo
Por Bruce William
Postado em 12 de dezembro de 2023
Júlio Ettore, jornalista e historiador do Rock nacional, fala em vídeo de duas músicas que são "as tristes despedidas" de Renato Russo: "Sagrado Coração" e "Travessia do Eixão", que encerram o álbum "Uma Outra Estação", de 1997.
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No vídeo, Júlio destaca que, ao ouvirem a faixa, os fãs notaram a ausência da voz de Renato Russo e a presença de uma letra no encarte. O jornalista revela que Renato Russo não compôs a música sozinho, mas contou com a colaboração do tecladista Carlos Trilha. A canção foi originalmente gravada para o disco "Equilíbrio Distante", mas acabou sendo guardada para o último álbum da Legião Urbana.
Durante a produção do álbum, Renato Russo estava debilitado devido a problemas de saúde, e as gravações foram feitas às pressas. A penúltima música, "Sagrado Coração", ficou sem a voz de Russo, e ele não retornou ao estúdio para registrá-la. "Nesta música, o Bonfá toca bateria, Dado faz arranjo de guitarras e Carlos Trilha toca os teclados. É a única faixa de toda a discografia que o Renato não colabora com nada na gravação. No encarte estava escrito: 'Esta canção não possui registro da voz de Renato'", conta Júlio, comentando que várias versões com vozes adicionadas por fãs circulam na internet, mas são trabalhos amadores.
"A letra está no encarte, mas o Renato não chegou a registrar o seu vocal. Ele ficou exaurido com as gravações e realmente trabalhou no seu limite. Essa balada, que marca a sua ausência, lembra os letreiros que passam no fim dos filmes, e por isso foi escolhida para encerrar o álbum", diz Dado Villa-Lobos no livro "Memórias de um Legionário".
Júlio aborda também no vídeo a história da música "Travessia do Eixão", que faz referência à passagem de Russo da vida para a morte. Ele explora a relação do poema original adaptado por Nonato Veras, membro da banda Liga Tripa, e a homenagem de Russo ao grupo. O poema fala sobre a travessia do Eixão, uma rodovia em Brasília, simbolizando a jornada de Russo para outro plano.
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