Chris Slade relembra como foi seu teste para se juntar ao AC/DC
Por André Garcia
Postado em 06 de janeiro de 2024
Chris Slade foi baterista do AC/DC de 1989 a 1994, com um breve retorno entre 2015 e 16. Conhecido por muitos fãs como o baterista careca, ele pegou a boa fase do "The Razor's Edge" (1990) e do "AC/DC Live" (1992).
Acrescentando seu estilo pessoal ao mesmo tempo que respeitava as gravações originais, ele ajudou a injetar na banda um necessário sangue novo após entrar em baixo em meados dos anos 80. Em recente entrevista para a Wales Online, Slade relembrou como foi sua entrada para o AC/DC.

"Eu conhecia a música deles: comprei o 'Highway to Hell' quando foi lançado e o ouvi muitas vezes. A audição foi a uma hora de onde eu morava na época, em Brighton. [Na hora de tocar], Angus e Mal colocaram duas cadeiras a 3 metros da bateria e não disseram nada. Pouca pressão, né?"
"Eu não achei que fiz um bom teste, e fui me criticando todo o caminho de volta para casa [...] Eu estava tão absorto em me xingar que acabei me perdendo. Tanto que liguei para minha esposa para dizer que tinha me perdido. Quando ela perguntou como tinha sido, e eu respondi 'Horrível, conto mais quando chegasse em casa'."
"Quando cheguei, ela foi até a calçada e disse: 'Acabaram ligar dizendo que você conseguiu a vaga!' Eu disse: 'Vamos para o pub!' Dick Jones, o técnico de bateria deles, me disse depois que tinham experimentado 100 bateristas — eu era o número 100. Na época, as pessoas diziam 'Não conte para a minha banda, mas quero fazer um teste para o AC/DC.'"
"[Tocar no AC/DC] era um trabalho. Era um bom trabalho, mas, você sabe, sempre fui muito profissional. Você simplesmente faz o melhor que pode pela banda. Eles foram ótimos. Malcolm era absolutamente fantástico. Ele era um gênio. O melhor guitarrista base com quem já toquei."
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