Furial lança novo single "Luto"
Por Sylvia Sussekind
Fonte: Collapse Agency
Postado em 22 de abril de 2024
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
A Furial, uma banda de metal alternativo originária da cena underground de Florianópolis dos anos 2000, é fruto de um movimento rico em arte alternativa e ativismo estudantil. Nascida inicialmente como Insurreição, a banda mergulhou nas influências do hardcore e do ethos "do it yourself", fazendo nome com covers energéticos de Rage Against the Machine. Após um hiato de quase 15 anos, a Furial ressurgiu em 2019 com o EP "Restrito ao Caos", retomando suas raízes e marcando um retorno significativo.
A banda é composta por membros fundadores que trazem uma diversidade de influências, do nu-metal ao punk, refletindo a rica miscelânea de gêneros do início do século XXI. Em 2023, a Furial anunciou o novo EP "O Sopro da Extinção", um projeto que promete abrir um novo capítulo em sua história, com colaborações inéditas e uma expressão renovada de sua identidade musical.
O título "Luto" emerge como uma escolha deliberada, carregando a ambiguidade semântica da palavra que, em sua dualidade, reflete tanto o processo de dor e tristeza quanto a ação de enfrentamento e resistência. Este single serve como um tributo a Johnny Duluti, vitimado pela Covid-19, e que deixou um legado na cena musical catarinense. A faixa conta com Guilherme Coutinho, ex-companheiro de banda do Duluti.
Com seu lançamento agendado para abril, a música mergulha no dilema da tolerância e na progressiva deterioração do diálogo genuíno, características distintivas de uma época assolada por câmaras de eco e segregação ideológica. Nesse cenário, a essência da comunicação autêntica é eclipsada pelo confinamento em compartimentos ideológicos estanques, conhecidos como bolhas de viés de confirmação, que não apenas isolam, mas também amplificam posturas autoritárias, minando os alicerces de uma sociedade pluralista e aberta ao diálogo.
Essa composição musical não apenas lamenta a morte física, mas também denuncia a morte metafórica do diálogo na sociedade contemporânea, um luto que simboliza tanto a perda quanto a imperativa necessidade de luta contra o silenciamento das vozes divergentes. Neste contexto, a canção torna-se um manifesto contra a indiferença e um apelo à reconexão humana, ressaltando a importância de ouvir e ser ouvido para transcender as fronteiras que nos dividem.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Cronos, vocalista e baixista do Venom, morre aos 63 anos
O curioso tema do TCC de Fernanda Lira que professora reprovou e a fez largar a faculdade
Judas Priest fará turnê sul-americana em 2027, segundo o Summa Inferno
Sepultura esgota ingressos do último show da carreira
A lenda nordestina que é o Van Halen brasileiro, segundo Rafael Bittencourt
Jim Root diz que não tem nada a ver com inclusão de Marilyn Manson em tour do Slipknot
Nicko McBrain relembra o dia em que ficou alucinado e confundiu ônibus com elefante
Os bastidores da saída de Fabio Lione do Angra, segundo Marcelo Barbosa
As quatro bandas que fizeram a cabeça de Cronos, o vocalista do Venom
Mötley Crüe emplaca primeira música no Clube do Bilhão do Spotify
O álbum do Led Zeppelin que Jimmy Page acredita que ninguém conseguiria fazer hoje
Por que Tony Iommi acha que grandes músicos não conseguiam tocar Black Sabbath direito
Sonata Arctica cancela show no Uruguai em cima da hora
A arrepiante música do Nirvana que foi sua última gravação e último hit
A melhor música de todos os tempos, na opinião de Humberto Gessinger
Heavy Metal: nove ótimas músicas suaves do gênero
King Diamond: Alguém já o viu sem a maquiagem?
Guitar World: melhores solos de guitarra de todos os tempos
O fabuloso guitarrista falecido precocemente que para Eric Clapton foi o melhor de sua época
Dinho e João Gordo dizem que Lava-Jato e "Tropa de Elite" fizeram extrema direita crescer


