O grande arrependimento de Gene Simmons após 50 anos de Kiss
Por Emanuel Seagal
Postado em 20 de junho de 2024
Gene Simmons lamenta não ter sido mais duro no passado, embora deixe bem claro de quem foi a culpa dos problemas. "Demitidos três vezes pela mesma razão", afirmou.
Gene Simmons foi abordado pelo Backstage Pass sobre a afirmação anterior de Paul Stanley de que os dois ficaram mais próximos do que nunca após o fim do Kiss. O relato de Paul foi feito no programa The Allison Hagendorf Show, onde disse: "Nem sempre sou agradável para estar por perto, e ele teve que me aturar às vezes, mas nossa prioridade sempre foi o Kiss. E eu acho que ao longo dos anos, com quaisquer problemas que tivemos um com o outro, isso nunca foi algo que seria comprometido. Olha, parentes brigam, mas eles são uma família. E Gene e eu nunca estivemos mais próximos do que estamos agora, porque, eu já disse isso antes, não temos nada para brigar. Nós vencemos."

Gene concordou com Paul, dizendo que por terem atingido o topo, não enfrentam mais as preocupações e divergências que ocorriam durante o percurso. "Não é que você não tenha um bom relacionamento, mas você tem diferentes pontos de vista, como todos seres humanos. Mas quando você chega ao topo, você respira fundo: 'Uau! Olha onde estamos. Olha o que fizemos.' Não há nada para discordar, você chegou ao topo, entende?", explicou.
No entanto, ao ser questionado sobre o que mudaria em seu passado, o músico admitiu sentir-se triste ao pensar, em retrospecto, sobre outros ex-colegas de banda, Ace Frehley e Peter Criss. "Fico triste por não ter sido mais duro, com os dois caras da formação original, que tocaram guitarra e bateria na banda. Eu nunca fiquei drogado ou bêbado, ou fumei cigarros, então sempre fui um pária nesse sentido. O resto do mundo pareceu ser movido por drogas. Especialmente na Inglaterra. Quando o sino toca e as pessoas saem do trabalho, eles correm para beber. Sempre achei isso tão peculiar", disse.
Ele acrescentou: "Ace e Peter, infelizmente, que têm tanto crédito pelo início da banda quanto Paul (Stanley) e eu. Não há dúvida de que foi essa química. E ambos tinham vozes únicas, personalidades únicas e tudo mais. E eles deveriam estar aqui conosco 50 ou 55 anos mais tarde e aproveitando os frutos do seu trabalho. Mas, infelizmente, eles não estão. E isso é culpa deles. Eles entraram e saíram da banda três vezes diferentes. Foram demitidos três vezes diferentes pela mesma razão. Não é nem único. Vá a quase todas as bandas e você encontrará pessoas ingerindo mais coisas do que o mendigo na esquina, exceto que são mais ricos e podem se dar ao luxo de ingerir mais. É triste."
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