Mark Knopfler escolhe o melhor álbum gravado pelo Dire Straits
Por Bruce William
Postado em 13 de outubro de 2024
Formado em Londres em 1977 pelos irmãos Mark e David Knopfler, juntamente com John Illsley e Pick Withers, o Dire Straits rapidamente se destacou por seu som único, mesclando Rock, Blues e elementos de Jazz, conduzido pela habilidade de Mark Knopfler na guitarra e suas composições. A banda conquistou sucesso internacional logo com seu primeiro álbum homônimo, lançado em 1978. Durante seus anos de atividade, Dire Straits se tornou uma das maiores bandas de sua época, atraindo multidões em turnês e se estabelecendo como um dos nomes mais respeitados do Rock.
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Seus seis álbuns de estúdio - "Dire Straits" de 1978, "Communiqué" de 1979, "Making Movies" de 1980, "Love Over Gold" de 1982, "Brothers in Arms" de 1985 e "On Every Street" de 1991 - são constantemente lembrados e celebrados por fãs ao redor do mundo. "Brothers in Arms" (1985) é um dos mais bem-sucedidos, com faixas como "Money for Nothing" e "Walk of Life", que continuam sendo tocadas até hoje. Álbuns como "Making Movies" (1980) e "Love Over Gold" (1982) também são muito apreciados, mostrando o amadurecimento da banda e a evolução nas composições de Mark Knopfler. O catálogo do Dire Straits é repleto de canções que deixaram uma marca profunda no coração de seus fãs.
Mark já comentou que ele vê com ressalvas o segundo deles, apesar de ter atingido excelentes números: "Vendeu três milhões de cópias. Em muitos países, foi melhor que o primeiro. A questão com o 'Communiqué' foi uma coisa americana. Mas, dito isso, ainda acho que não foi um disco muito bom", admitindo ainda que seu sucessor foi um trabalho bem mais prazeroso: "'Making Movies' foi mais próximo do que eu gostava de fazer. Naquele disco, eu estava determinado a não deixar nada me deter", disse o guitarrista.
Entretanto, há outro álbum que é o favorito de Knopfler, conforme ele relatou para o Guitar em 2019, em fala resgatada pela Far Out: "As músicas sempre mudam conforme você as toca ao vivo, especialmente no começo. Quando fizemos o primeiro álbum do Dire Straits, tínhamos ensaiado e tocado muito, então só precisávamos entrar no estúdio, montar o equipamento e tocar."
Prossegue Mark: "'Brothers In Arms' e 'On Every Street' soariam muito diferentes se tivéssemos tocado as músicas ao vivo antes. Na verdade, não acho que nenhum dos álbuns do Dire Straits seja tão bom assim". E, neste ponto, ele revela o disco que ele considera o melhor de todos gravados pela banda: "'On Every Street' é o melhor em muitos aspectos, porque muitas das faixas foram gravadas com todos tocando juntos. Também tivemos tempo para conhecer melhor as músicas e trabalhar um pouco mais nos sons e arranjos. Mas eu certamente não gosto de ouvir as coisas que fiz no passado. Isso me deixa muito desconfortável."
"On Every Street" foi o último álbum de estúdio do grupo, que encerrou suas atividades em 1995 quando Mark saiu em carreira solo, embora não tenha feito uma despedida oficial na época. E conforme contou o baixista John Illsley, a banda não tem interesse em uma reunião, apesar de manterem contato de forma amigável e de sempre aparecerem ofertas lucrativas.
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