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Marty Friedman se sente isolado no Japão? O próprio responde

Por
Postado em 21 de janeiro de 2025

Dois anos após deixar o Megadeth, Marty Friedman se mudou para o Japão e deu início a uma carreira de superstar na mídia local. O guitarrista virou uma figura reconhecida do grande público, tendo programas televisivos, realizando projetos com artistas nipônicos e até mesmo se apresentando em eventos oficiais do governo e do imperador.

Durante entrevista ao The Metal Voice, repercutida pelo Blabbermouth, o músico foi questionado se já se sentiu isolado ou que não pertence ao país, que geralmente não é exposto a outras culturas.

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"Definitivamente, sou a minoria aqui no Japão. Na maior parte das coisas que faço, sou o único não japonês na sala — no estúdio, no local onde você pode tocar... Eu faço um show, há milhares de pessoas lá e sou o único estrangeiro no local. As pessoas realmente não entendem a proporção de como é uma sociedade de uma raça. Acho que o número correto é algo como 94, 95 por cento das pessoas neste país sendo japonesas. Então, isso é algo a ser considerado."

Foto: SROPR - Susumu Miyawaki
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A situação gerou um choque cultural logo que Marty se mudou, embora tenha se tornado algo trivial com o passar do tempo. "É interessante, porque a América, como você sabe, é um caldeirão cultural completo, então o conceito de tudo é completamente diferente. Poderíamos falar para sempre sobre isso, mas para mim, minhas experiências pessoais, que, é claro, eu descrevi muito no meu livro recém-lançado (Dreaming Japanese), é que você nunca, nunca, não importa o quão fluente você seja no idioma, não importa o quanto você fique imerso na cultura, nunca tenha o objetivo ou a intenção de pertencer, porque é aí que você vai tropeçar. Se você sente como, 'Bem, eu não pertenço a este lugar. Todas essas pessoas são diferentes. Eu sou o estranho no ninho', então você não é adequado para esse tipo de coisa. A maneira de internalizar isso é entender que não há como eu pertencer, mas eu certamente posso coexistir e certamente posso trazer algo para a festa e certamente posso tirar algo disso."

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Friedman encerrou a explanação com uma reflexão sobre a situação do pertencimento. "Pertencer é extremamente superestimado. Você não precisa pertencer. E o que há de tão bom em pertencer? O importante é você encontrar um lugar em que gosta de estar, fazer suas contribuições para o que quer que esteja fazendo e receber coisas. Mas às vezes as pessoas se desanimam por não pertencer a algo. E isso é meio que uma — não uma questão mental, mas é meio que o objetivo errado, eu acho.

O sentimento de pertencimento é superestimado e separar as pessoas por causa de sua raça também é muito superestimado. Aqui estou eu em uma sociedade de uma raça, mas por exemplo, se estou fazendo testes com pessoas para um projeto — digamos, estou montando uma banda para uma gravadora ou algo assim, o que já fiz várias vezes — há caras que são péssimos no que fazem e há caras que são ótimos no que fazem. Há caras que parecem bons para o papel, há caras que não parecem bons para o papel. Há caras cujas atitudes são ótimas, caras cujas atitudes são péssimas, todos dentro da mesma raça. Pessoas qualificadas e pessoas não qualificadas, isso é o mesmo com países de raça mista como a América. Então por que a raça importa? Eu quero a melhor pessoa para o trabalho.

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E então, quanto mais tempo você está em qualquer tipo de capacidade profissional de qualquer coisa, você meio que esquece que todo mundo é de uma raça diferente da minha. Eu esqueci completamente. E, na verdade, muitas pessoas me dizem, depois de trabalhar comigo por anos, 'Eu esqueci completamente que você é americano.' Eles podem me ouvir falar inglês. Eu nunca falo inglês aqui no Japão, exceto para fazer coisas como essa entrevista e falar com minha família. Então, ocasionalmente, se alguém me ouvir falando inglês no telefone, eles ficam tipo, 'Meu Deus. Ele fala inglês. Esqueci que você era americano.' Porque eu realmente assimilei muito. Mas não confunda com pertencimento, porque eu ainda sou o elefante na sala, por assim dizer."

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Marty Friedman vem ao Brasil na metade do ano para uma série de shows ao lado de Kiko Loureiro. Eis as datas confirmadas:

30/05 - Recife/PE (Clube Internacional)
31/05 - Fortaleza/CE (Armazém)
01/06 - Belém/PA (Music Park)
04/06 - Belo Horizonte/MG (Mister Rock)
06/06 - Rio de Janeiro/RJ (Sacadura 154)
07/06 - São Paulo/SP (Tokio Marine Hall)
08/06 - Curitiba/PR (Ópera de Arame)

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Sobre João Renato Alves

Nascido em 1983, jornalista graduado e pós-graduado em Comunicação e Mídias Digitais. Colabora com o Whiplash desde 2002. Começou a ouvir Rock na primeira metade dos anos 1990 e nunca mais parou.
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