O que chamou atenção de Ricardo Confessori na bateria de Aquiles Priester no "Rebirth"?
Por Gustavo Maiato
Postado em 23 de fevereiro de 2025
Em entrevista ao Ibagenscast, Ricardo Confessori revelou qual foi sua primeira impressão ao ouvir o álbum "Rebirth" (2001), do Angra, destacando um detalhe específico da bateria de Aquiles Priester: o som do bumbo.
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"Não fiquei prestando atenção do tipo ‘deixa eu ver o que ele faz aqui, quantos rudimentos ele usa’", explicou Confessori. "Mas uma coisa que me chamou atenção foi o som da bateria. Aquele agudo no kick... Aquilo ali eu nunca tinha visto. Foi uma invenção dentro do nosso tipo de som. O produtor, Dennis Ward, veio com essa proposta. Nem no Pantera tem um kick de bateria daquele."
O ex-baterista do Angra e do Shaman comentou que chegou a cogitar seguir o mesmo caminho, mas optou por uma abordagem mais orgânica. "Você não tem um som de corpo no pedal, é só um ‘tic’. Isso me chamou atenção. Até pensei: ‘Será que eu vou por esse caminho também?’. Mas aí acabamos indo para outro lado, porque ainda não tínhamos gravado. Optamos por um som mais orgânico, gravando tudo na fita."
Sobre o processo de gravação, Confessori ressaltou a diferença de abordagem entre os dois discos. "No Ritual, foram três dias de gravação de bateria. Já no ‘Rebirth’, pelo estilo do Angra, deve ter tido muito mais refinamento. Pelo que sei, foram uns 15, 20 dias só gravando bateria."
Apesar de hoje também utilizar samplers em suas gravações, na época Confessori priorizou uma abordagem mais natural. "A ideia era que as pessoas sentissem aquela força, que percebessem que tudo foi feito no analógico, na raça."
Confira a entrevista completa abaixo.
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