A opinião de Renato Russo sobre a qualidade do cinema nacional na década de 1990
Por Gustavo Maiato
Postado em 01 de fevereiro de 2025
Em entrevista à revista Bizz em março de 1995, Renato Russo não se limitou a falar sobre música. O vocalista da Legião Urbana também compartilhou sua visão sobre o cinema, revelando admiração por produções internacionais e brasileiras. Para ele, o cinema nacional da época vivia um momento de renovação e criatividade.
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"O cinema brasileiro está vindo com uma força total. A produção de curtas está muito legal. Tem uma galera fazendo coisas muito legais", afirmou Renato, destacando o vigor criativo que enxergava no setor.
O artista, que também era um grande apreciador de obras cinematográficas estrangeiras, fez questão de mencionar sua preferência por produções independentes. "O cinema independente americano é muito bom. Eu gosto muito dessas produções independentes de temática gay que têm aparecido agora. Gosto do trabalho do Todd Haynes, do Gregg Araki, um asian-american [risos], o cinema italiano...", disse ele, mostrando interesse por narrativas que exploravam diversidade e inovação.
No Brasil, entre 1994 e 1995, o cinema foi marcado por uma variedade de obras que refletiam temas sociais, históricos e culturais. A produção de curtas, que Renato elogiou, foi um espaço importante para diretores experimentarem linguagens e estéticas diferentes, como em "Rocky & Hudson: Os Caubóis Gays". Já no campo dos longas, filmes como "Carlota Joaquina, Princesa do Brazil" e "O Quatrilho" despontavam no cenário nacional e internacional, enquanto títulos como "A Terceira Margem do Rio" e "Jenipapo" exploravam questões mais profundas e poéticas.
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