O subgênero do metal em que apenas uma banda se consagrou com cantor homem
Por Gustavo Maiato
Postado em 10 de maio de 2025
Nightwish, Epica, Within Temptation, After Forever. Quando se pensa em metal sinfônico, nomes femininos logo vêm à mente: Tarja Turunen, Simone Simons, Sharon den Adel. A estética vocal do gênero — com forte influência do canto lírico e operístico — consolidou mulheres como protagonistas em palcos de guitarras distorcidas e orquestrações grandiosas.
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Mas em meio a esse domínio quase absoluto, um nome masculino conseguiu se destacar com brilho próprio: Roy Khan, ex-vocalista do Kamelot. Em entrevista ao jornalista Gustavo Maiato, o cantor norueguês refletiu sobre o que o fez se sobressair em um espaço majoritariamente feminino.

"Eu não vejo o metal sinfônico como um lugar apenas para mulheres", afirmou Khan. "Mas talvez algumas qualidades da minha voz — que podem soar frágeis ou até ter algo de feminino — contribuam para essa conexão com o público." Ele também pontuou que muito do que torna uma voz marcante é inato: "Você nasce com ela. Depois, claro, soma a isso a técnica e a experiência."
Confira a entrevista completa abaixo.
o atual momento de Roy Khan
Após um período afastado dos palcos, o cantor norueguês Roy Khan vive um momento especial de retorno à música. Desde que retornou com a banda norueguesa Conception, de onde saiu nos anos 1990 para integrar o Kamelot, o vocalista vem aos poucos retomando seu espaço no cenário do metal progressivo e melódico. Com novos lançamentos e apresentações pontuais, ele demonstra que sua voz — sempre carregada de emoção, técnica e teatralidade — continua sendo uma das mais respeitadas do gênero.
O reencontro com o público brasileiro está marcado para o dia 5 de julho, no Tokio Marine Hall, em São Paulo, onde Khan será co-headliner do espetáculo "Temple of Shadows in Concert", ao lado de Edu Falaschi. Na ocasião, o cantor norueguês interpretará clássicos do álbum The Black Halo, como "March of Mephisto" e "The Haunting", acompanhado pela banda Maestrick e por uma orquestra regida pelo maestro Ricardo Michelino.
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