Freddie Mercury elege os dois maiores rockstars da história
Por Bruce William
Postado em 11 de julho de 2025
Ao contrário do que muitos pensam, Freddie Mercury não se via como o ponto fora da curva no universo do rock. E para ele, a sua própria teatralidade não era um exagero, mas uma necessidade, algo que fazia parte da experiência e da conexão com o público. Em entrevista à NME em 1977, ele comentou: "Você consegue imaginar fazer músicas como 'Bohemian Rhapsody' ou 'Somebody to Love' usando roupas comuns, sem nenhuma apresentação visual? O público que vem nos ver adora esse tipo de coisa. Eles querem algo com cara de showbiz."
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Durante essa mesma conversa, ele explicou por que algumas figuras se tornam mais do que apenas músicos, e viram símbolos. Segundo ele, há um componente essencial que ultrapassa o som e envolve postura, imagem e presença de palco. "As pessoas querem ver você saindo em limusines. Elas vibram com isso."
E foi aí que ele citou dois nomes que, em sua visão, representavam exatamente essa essência, relata a Far Out). "Por que você acha que pessoas como David Bowie e Elvis Presley fizeram tanto sucesso? Porque eles são o que o povo quer ver."
A frase ajuda a entender o que Mercury buscava como artista. Ele queria provocar, entreter e deixar sua marca sem pedir desculpas por isso. E se fosse para incomodar os mais conservadores no processo, tanto melhor.
Nem todos entenderam isso na época. Houve quem visse sua postura como arrogância ou excesso de vaidade. Mas a verdade é que, ao defender esses valores, ele não estava apenas falando de si. Estava reconhecendo que o verdadeiro rock and roll não se limita a uma fórmula — ele exige ousadia, personalidade e um certo gosto por perturbar expectativas.
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