RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

Moonspell atinge o ápice no maravilhoso "Opus Diabolicum - The Orchestral Live Show"

O dia que Blaze Bayley achou que sua voz parecia com a de Ronnie James Dio (e se enganou)

A mentira que ajudou o The Police a decolar; "Decidimos aplicar um golpe"

Steve Howe (Yes) conta por que foi autodidata na guitarra

Ouça o single punk gravado por Dave Murray antes do sucesso com o Iron Maiden

O exagero de John Bonham que Neil Peart não curtia; "Ok, já chega!"

As bandas que Steve Howe recusou antes de se juntar ao Yes

Rob Dukes não levou raiva por demissão em conta quando aceitou voltar ao Exodus

Bumblefoot revela encarar a si mesmo como um músico aposentado

O álbum de rock rural que mistura candomblé e umbanda que Regis Tadeu adora

Max Cavalera queria tocar bateria, mas Iggor era melhor que ele

Rock e Heavy Metal - lançamentos de faixas, álbuns e mais novidades

10 músicas do Kiss para quem não gosta do Kiss

Histórico Cine Lido vira casa de shows em julho de 2026

Dogma anuncia três shows no Brasil durante turnê latino-americana de 2026


Bangers Open Air
Dish Carpens

Regis Tadeu explica por que o Queen começou a fazer música ruim

Por
Postado em 30 de setembro de 2025

No vídeo "Queen - Por que a banda começou a fazer música ruim?", que pode ser visto no player abaixo, o jornalista e crítico musical Regis Tadeu revisita a trajetória do grupo e sustenta que houve um declínio artístico do Queen do fim dos anos 70 em diante. Para situar a curva descendente, ele cita o auge setentista e puxa uma máxima doméstica: "O que sobe sempre desce."

Queen - Mais Novidades

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

O ponto de mudança, na visão de Regis, é o "Jazz" (1978). Ele admite méritos e hits, mas aponta falta de coesão e mudança de foco. Nas palavras dele, "esse disco aqui ele não é de todo ruim, longe disso, né?", porém o trabalho "soou muito desconexo" e marcou o início das oscilações entre rock, pop, vaudeville e outras experiências.

Foto: YouTube Oficial
Foto: YouTube Oficial

Em "The Game" (1980), Regis vê um caso "curioso": dois singles gigantes - "Another One Bites the Dust" e "Crazy Little Thing Called Love" - seguram a banda no topo, mas o álbum, para ele, é irregular e muito polido, afastando parte dos fãs mais antigos. A crítica teria reagido de forma morna, e a banda "corria atrás de um som mais acessível".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

O cenário piora com "Flash Gordon" (1980), trilha que ele chama de desnecessária, e chega ao fundo do poço em "Hot Space" (1982). A guinada ao pop/funk/disco, diz, não funcionou. Daí ele diz: "esse disco todo, cara, é uma tentativa desastrosa de mergulhar de cabeça no pop funk disco da época", citando "Under Pressure" como rara exceção.

Houve respiros: "The Works" (1984) recolocou o Queen no radar com "Radio Ga Ga" e "I Want to Break Free" - ainda que, no conjunto, permaneça irregular. Depois vieram "A Kind of Magic" (1986), que ele vê como colagem desconexa de ideias, "The Miracle" (1989), e o "surpreendente" "Innuendo" (1991), antes do póstumo "Made in Heaven" (1995).

No fechamento, Regis amarra a tese: após "News of the World", o Queen teria cedido à pressão por hits e tendências pop, perdendo a consistência de álbum inteiro e vivendo de lampejos, uma leitura dura e opinativa sobre uma banda que, mesmo nos tropeços, seguiu produzindo canções que atravessaram décadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal
Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Stamp


publicidadeRogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Bruce William

Quando Socram chegou no Whiplash.net era tudo mato, JPA lhe entregou uma foice e disse "go ahead!". Usou vários nomes, chegou a hora do "verdadeiro". Nunca teve pretensão de se dizer jornalista, no máximo historiador do rock, já que é formado na área. Continua apaixonado por uma Fuchsbau, que fica mais linda a cada dia que passa ♥. Na foto com a Melody, que já virou estrelinha...
Mais matérias de Bruce William.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 3 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS