Regis Tadeu revela qual lado está errado na treta do Sepultura com Eloy Casagrande
Por Gustavo Maiato
Postado em 15 de janeiro de 2026
Em entrevista ao Benja Me Mucho, o crítico musical Regis Tadeu analisou de forma direta a saída de Eloy Casagrande do Sepultura, anunciada pouco antes do início da turnê mundial de despedida da banda. O baterista deixou o grupo para assumir a vaga no Slipknot, decisão que gerou forte reação entre fãs e levantou debates sobre lealdade, timing e profissionalismo.
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Regis fez questão de esclarecer que sua crítica não passa por uma avaliação artística negativa do Sepultura. Pelo contrário: segundo ele, a banda viveu ótimos momentos mesmo após a saída de Max Cavalera, com discos recentes que, em sua opinião, superam parte da fase clássica. Ainda assim, ele pondera que, do ponto de vista de mercado, exposição midiática e volume de negócios, o Slipknot hoje ocupa um patamar global superior. "Isso não é demérito do Sepultura, é uma constatação", explicou.
Regis Tadeu e Sepultura
O problema central, segundo Regis, foi a forma como a mudança aconteceu. Ele comparou a situação ao futebol: um jogador que abandona o time às vésperas do campeonato cria um caos logístico e emocional. "A turnê estava para começar. Não era algo distante, era imediato. Isso incomodou", afirmou. Para ele, o anúncio feito tão perto da estreia da turnê tornou o processo mal conduzido.
Ao mesmo tempo, Regis evitou colocar toda a culpa apenas em Eloy. Na visão do crítico, a condução geral do processo envolveu falhas de ambos os lados. "Os dois lados erraram", disse, ressaltando que decisões desse porte exigem planejamento, comunicação clara e respeito aos compromissos assumidos. A crítica não é à ambição profissional do músico, mas ao modo como a transição foi realizada.
Regis também comentou a reposição rápida do Sepultura, destacando que o novo baterista é extremamente talentoso e que comparações diretas com Eloy são injustas. Para ele, estilos diferentes não devem ser medidos como se fossem equivalentes, e a reação de parte do público revela mais paixão do que análise racional.
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