RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"

Vocalista quase desistiu do Moonspell após álbum de 2021

"Rock Against Reagan", o festival que mudou a vida de Dave Grohl

A música mais subestimada do Judas Priest, segundo a Classic Rock

O melhor álbum dos Rolling Stones, de acordo com Keith Richards

As coisas terríveis que fizeram Jimmy Page abandonar uma carreira segura

A característica que faz Steve Harris se destacar no futebol, segundo ex-jogador inglês

A música de 2007 com que Thom Yorke não se sentia confortável: "Muito feminina"

A música do Metallica que Jesse Leach (Killswitch Engage) adoraria regravar

Amy Lee sobre a inspiração do novo disco: "Como digo que está tudo f*dido?"

Ex-guitarrista do W.A.S.P. sobre Trump: "Confiaram na pessoa errada"

Sebastian Bach sobre Lzzy Hale no Skid Row: "Odeio aqueles caras, mas ela é f*da"

Bruce Dickinson libera making of de videoclipe gravado no Brasil

Rush compartilha mensagem aos fãs após primeiros shows da turnê "Fifty Something"

Edu Falaschi gravará novo videoclipe em castelo e convida fãs para participarem da produção


Stamp
Eminence

Por que Tarja Turunen decidiu fazer o álbum mais pesado de sua carreira

Por
Postado em 24 de maio de 2026

Tarja Turunen sempre teve uma relação natural com o lado sinfônico da música. Antes de ser conhecida mundialmente no Nightwish, ela já vinha de formação clássica, começou a estudar música ainda criança e construiu boa parte de sua identidade em cima dessa ponte entre voz lírica, metal e arranjos grandiosos. Por isso, quando ela fala em fazer o disco mais pesado de sua carreira, o ponto não é abandonar essa origem, mas equilibrá-la de outro jeito.

Tarja Turunen - Mais Novidades

Foto: Tim Tronckoe - earMUSIC
Foto: Tim Tronckoe - earMUSIC
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

O álbum é "Frisson Noir", previsto para 12 de junho pela earMUSIC. O próprio selo descreve o trabalho como o mais pesado da carreira de Tarja e como uma declaração de identidade, força e pertencimento. O disco também marca sua volta a um álbum de metal inédito depois de "In the Raw", lançado em 2019, com participações de Marko Hietala, Apocalyptica, Dani Filth e Chad Smith, baterista do Red Hot Chili Peppers.

Em entrevista ao programa 50 Shades Of Slaids, com transcrição do Blabbermouth, Tarja explicou que já vinha há algum tempo procurando um som realmente pesado para seus discos. O problema, segundo ela, era que sua área de maior domínio sempre esteve na música clássica e nas partes orquestrais e sinfônicas. Ela começou a estudar música aos seis anos e depois seguiu pelo canto clássico, então esse vocabulário sempre foi o terreno onde se sentia mais segura.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

O incômodo vinha de outro lugar: os shows. Tarja disse que sua banda sempre soa muito pesada ao vivo, algo que ela adora porque essa força sustenta sua voz grande. Só que, nos álbuns, ela sentia que ainda não havia conseguido capturar exatamente essa mesma energia. "Minha banda sempre soa superpesada nos shows, e eu amo isso. Sempre, sempre amei. Esse poder está apoiando minha voz grande. Mas eu não consegui alcançar isso nas produções dos meus álbuns, e era isso que eu realmente sentia falta."

Para mudar esse quadro, ela decidiu trabalhar com Neal Avron na mixagem de "Frisson Noir". Avron já trabalhou com nomes como Linkin Park, Fall Out Boy, Disturbed, Twenty One Pilots e Halestorm, e era justamente alguém capaz de ajudá-la a chegar a um peso mais moderno sem apagar a parte cinematográfica e clássica de sua música. Tarja disse que teve conversas muito boas com ele e saiu satisfeita com o resultado: "Sim, agora soa realmente pesado."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

A proposta do disco, pelo que já foi divulgado, não é virar apenas um álbum de guitarras mais altas. "Frisson Noir" mistura passagens íntimas de piano, texturas orquestrais dramáticas e momentos guiados por guitarras mais fortes. O single "At Sea", por exemplo, passa dos dez minutos e foi citado pela Prog como um dos exemplos do material mais progressivo criado por Tarja, enquanto "I Don't Care" trouxe Dani Filth para um contraste mais extremo dentro do repertório.

Essa busca por peso também tem uma leitura simbólica. Tarja deixou o Nightwish há mais de duas décadas, construiu uma carreira solo entre metal, música clássica, projetos natalinos e discos ao vivo, e passou anos administrando expectativas de públicos diferentes. Quando ela diz que agora está onde pertence, no metal, a frase soa menos como tentativa de provar algo aos outros e mais como ajuste de identidade. O peso não aparece como fantasia nova, mas como algo que ela já sentia no palco e queria finalmente registrar no estúdio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Se "Frisson Noir" vai ser recebido como o grande álbum pesado de Tarja, só o lançamento completo dirá. Mas a intenção está bem clara: menos suavização da banda, mais impacto, e uma produção capaz de colocar a voz lírica dentro de um corpo instrumental mais forte. Tarja não parece querer escolher entre o conservatório e o metal. Pelo contrário: quer que os dois lados parem de disputar espaço e, desta vez, soem como uma coisa só.

Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Sepultura
Edu Falaschi


publicidadeRogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Bruce William

Quando Socram chegou no Whiplash.net era tudo mato, JPA lhe entregou uma foice e disse "go ahead!". Usou vários nomes, chegou a hora do "verdadeiro". Nunca teve pretensão de se dizer jornalista, no máximo historiador do rock, já que é formado na área. Continua apaixonado por uma Fuchsbau, que fica mais linda a cada dia que passa ♥. Na foto com a Melody, que já virou estrelinha...
Mais matérias de Bruce William.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 3 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS