Empresário do Angra comenta planos para Luis Mariutti e Ricardo Confessori
Por Emanuel Seagal
Postado em 07 de maio de 2026
Paulo Baron, empresário do Angra, manifestou-se publicamente para detalhar a estratégia por trás da recente reunião histórica da banda e responder às críticas de parte dos fãs. Em vídeo, o empresário abordou o planejamento envolvendo diferentes fases do grupo e comentou especificamente sobre a situação dos membros originais Luis Mariutti e Ricardo Confessori.
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Baron explicou que as apresentações no Bangers Open Air e no Espaço Unimed foram planejadas para valorizar os diversos legados do grupo. Sobre a reunião com Edu Falaschi e Aquiles Priester, ele comentou: "Foi justamente para concretizar algo que os fãs estavam pedindo há muito tempo: ter essa formação da segunda fase, também muito importante, do Angra".
Quanto aos membros da formação original, o empresário buscou tranquilizar o público: "Luis Mariutti e Ricardo Confessori nós também queremos dentro do nosso guarda-chuva, dentro do que é o Angra". Ele justificou a ausência nos shows recentes pelo tempo limitado de palco e pela impossibilidade de contar com Andre Matos, mas pontuou: "Luis Mariutti e Ricardo são parte da família. Tenho um apreço, um carinho e um amor muito especiais por essas pessoas".
O empresário também abordou o futuro da banda, indicando que a história do Angra é maior do que indivíduos isolados. "Vocês verão vários capítulos diferentes no decorrer dos próximos meses e, possivelmente, anos. E todos eles serão para chegar ao coração de todos os fãs que conhecem os vários legados que existiram", afirmou.
Clique no player abaixo para conferir a declaração completa.
Abaixo, o press-release enviado pela Top Link.
Paulo Baron quebra o silêncio, celebra reencontros históricos do Angra e aponta os próximos capítulos da banda
Empresário fala sobre as críticas recentes, explica escolhas envolvendo ex-integrantes e reforça que as decisões fazem parte de uma estratégia para valorizar todos os legados do Angra
Depois de semanas marcadas por debates entre fãs, críticas nas redes sociais e especulações sobre os bastidores do Angra, o empresário e manager Paulo Baron decidiu se manifestar publicamente sobre os recentes acontecimentos envolvendo a banda.
Em uma declaração direta, Baron comentou as críticas recebidas, defendeu as decisões tomadas pela gestão do Angra e explicou que os movimentos recentes fazem parte de uma estratégia maior para celebrar diferentes fases da trajetória da banda brasileira, uma das mais importantes do metal latino-americano.
A fala ocorre após apresentações especiais que reacenderam discussões sobre a presença de ex-integrantes, a ausência de nomes históricos e os caminhos futuros do grupo. Segundo Baron, as escolhas foram pensadas para contemplar os diversos legados construídos ao longo da história do Angra, sem expor questões internas desnecessárias.
"O Angra e seus desafios.
Os desafios de, muitas vezes, ser criticado; muitas vezes, não ser entendido. Muitas vezes, a mídia e os pseudo-jornalistas tentando tirar uma fatia daquilo que eles não conhecem.
Às vezes, pessoas que não entendem nada de showbiz querem dar pitacos. E os fãs, principalmente, também ficam todos perdidos, pensando: ‘O que será que está acontecendo aqui?’.
Bom, quero dizer a vocês que nós, dentro da estrutura do Angra, temos alguns anos de experiência e conhecimento sobre o que fazemos. E, por incrível que pareça para vocês que às vezes criticam, nós temos objetivos a seguir. E, neste fim de semana, mostramos uma parte desses objetivos.
No Bangers Open Air, foi mostrada uma parte muito importante desse objetivo, que era justamente reunir os três vocalistas — já que Andre Matos não poderia estar presente — e, com isso, agradecer ao legado do Angra.
Bem, a segunda parte, realizada no Espaço Unimed, foi justamente para concretizar algo que os fãs estavam pedindo há muito tempo: ter essa formação da segunda fase, também muito importante, do Angra, com Edu Falaschi junto de Aquiles Priester e do restante da estrutura do Angra: Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli.
Desde o princípio, eu tive muita certeza de que não poderia deixar de lado aqueles que nos ajudaram a construir toda essa estrada durante os 13 anos em que estou como manager da banda.
E agora vocês querem saber, então, para aqueles que perguntam: o que acontece com Luis Mariutti e Ricardo Confessori?
Luis Mariutti e Ricardo Confessori nós também queremos dentro do nosso guarda-chuva, dentro do que é o Angra. O que acontece é que Andre Matos não está mais presente. Então, no pouco tempo de show que nós tínhamos, precisávamos colocar as pessoas que fazem parte desse legado, desse segundo legado.
Mas Luis Mariutti e Ricardo são parte da família. Quero lembrar que eu fui empresário do Shaman, e tenho um apreço, um carinho e um amor muito especiais por essas pessoas, assim como o Rafael, o Kiko e o Felipe, que fazem parte do nosso management e nos ajudam a construir tudo isso.
Então, todos os caminhos que nós vamos percorrendo têm um porquê. A saída do Fabio Lione tem um porquê, e nós não precisamos expor isso na mídia nem colocar coisas que não são necessárias. Simplesmente temos que valorizar o legado de cada uma dessas pessoas e amá-las.
O Fabio é uma pessoa muito amada e terá sempre as portas abertas dentro do Angra, ao menos enquanto eu continuar sendo o manager da banda.
Então, espero que todos vocês tenham, de alguma maneira, curtido e desfrutado de tudo o que nós oferecemos nesses palcos, nesses dias. Os caras trabalharam muito, podem ter certeza. Teremos mais surpresas.
O Angra é maior do que pessoas isoladas. O Angra é uma história. É uma história brasileira, é uma história latino-americana, da qual todos nós temos que nos sentir orgulhosos.
Mesmo eu não sendo brasileiro de nascimento, eu me sinto tão brasileiro no coração e tão orgulhoso de ser empresário de uma banda latino-americana, brasileira, que triunfa no mundo.
Vocês verão vários capítulos diferentes no decorrer dos próximos meses e, possivelmente, anos. E todos eles, principalmente, serão para chegar ao coração de muitos fãs — não apenas de uma parcela de fãs, mas de todos os fãs que temos no mundo, todos os fãs que conhecem os vários legados que existiram.
Obrigado a todos os que apoiaram, a todos os que tiveram confiança. E, aos que não fizeram isso e quiseram apenas tirar uma casquinha, bom, espero que agora vocês também agradeçam por um pedacinho do que nós construímos para vocês.
E que, quem sabe, a cabeça ajude a mudar isso de alguma maneira, para que vocês caminhem junto com a gente rumo ao que nós queremos. Afinal de contas, não é a minha vitória, nem a vitória do Felipe, nem a do Rafael, nem a do Kiko. É a vitória do Angra: uma banda latino-americana, uma banda brasileira, em um mundo tão difícil como o que vivemos.
Obrigado."
Com a declaração, Paulo Baron busca colocar fim às especulações e reforçar que o Angra vive um momento de celebração de sua própria história. A mensagem também sinaliza que novos capítulos devem ser anunciados nos próximos meses, mantendo o foco na valorização dos diferentes períodos da banda e na conexão com fãs de todas as fases.
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