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O melhor disco do Soilwork, na opinião de Mateus Ribeiro

Por
Postado em 23 de agosto de 2026

Nome relativamente conhecido no cenário da música pesada, o Soilwork começou sua trajetória em 1995, ainda sob o nome Inferior Breed. Vindo da Suécia, o grupo inicialmente apostava no melodic death metal, estilo pautado pela mistura entre agressividade e melodia.

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Foto: Stephansdotter Photography, Facebook Oficial
Foto: Stephansdotter Photography, Facebook Oficial

Nos anos seguintes, o Soilwork passou a polir seu som e incorporar elementos de outros gêneros, como o metalcore. Independentemente do estilo executado pela banda, uma característica, que é o grande diferencial do grupo, sempre se fez presente: a voz marcante e versátil de Björn "Speed" Strid, membro fundador e único integrante a fazer parte de todas as formações.

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O catálogo do Soilwork reúne 12 álbuns de estúdio. O mais recente, ao menos até o momento da edição desta nota, é "Övergivenheten" (2022). Dia desses, resolvi ouvir todos de forma cronológica para tentar escolher o melhor, tarefa complexa, uma vez que sou completamente apaixonado pelo som executado por Björn e seus companheiros.

Após uma audição cuidadosa, separei cinco "candidatos", que posteriormente se reduziram a três. Por fim, o "campeão" foi "The Living Infinite", lançado em março de 2013.

Nono disco do Soilwork, "The Living Infinite" chama a atenção por ser um álbum duplo, composto por 20 faixas. E nenhuma está ali apenas para preencher espaço.

"The Living Infinite" é uma espécie de resumo da carreira do Soilwork. Do início ao fim, o registro apresenta todos os aspectos que caracterizam o som do sexteto: peso, velocidade, melodia na dose certa, refinamento musical, vocais potentes e atmosferas envolventes que fazem o ouvinte mergulhar de cabeça em cada uma das canções.

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Para quem gosta do som frenético e agressivo dos primeiros discos, "Spectrum of Eternity", "Let the First Wave Rise", "Leech" e "Long Live the Misanthrope" representam bem a fase inicial do Soilwork. Quem aprecia a era mais "moderna" tem um leque maior de alternativas: as duas partes da faixa-título, a empolgante "This Momentary Bliss", "Tongue", a hipnotizante "The Windswept Mercy" e "Antidotes in Passing" são algumas dessas opções.

Foto: Reprodução
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Resumidamente, "The Living Infinite" é um trabalho consistente, que começa muito bem e mantém o nível até o final. Uma ótima alternativa para quem gosta de metal moderno, técnico e multifacetado.

Álbum: "The Living Infinite"
Banda: Soilwork
Data de lançamento: 1 de março de 2013

TRACKLIST

Disco 1

"Spectrum of Eternity"
"Memories Confined"
"This Momentary Bliss"
"Tongue"
"The Living Infinite I"
"Let the First Wave Rise"
"Vesta"
"Realm of the Wasted"
"The Windswept Mercy"
"Whispers and Lights"

Disco 2

"Entering Aeons"
"Long Live the Misanthrope"
"Drowning with Silence"
"Antidotes in Passing"
"Leech"
"The Living Infinite II"
"Loyal Shadow"
"Rise Above the Sentiment"
"Parasite Blues"
"Owls Predict, Oracles Stand Guard"

Björn "Speed" Strid: vocal
David Andersson: guitarra
Sylvain Coudret: guitarra
Ola Flink: baixo
Dirk Verbeuren: bateria
Sven Karlsson: teclado

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Sobre Mateus Ribeiro

Fã de Ramones, In Flames e Soilwork. Ouve (quase) tudo, desde rock clássico até black metal.
Mais matérias de Mateus Ribeiro.

 
 
 
 

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