Phil Collins revela qual trabalho considera o melhor de sua carreira solo
Por Bruce William
Postado em 11 de agosto de 2026
Phil Collins nunca teve muita dificuldade para colocar músicas nas paradas. Entre Genesis, carreira solo, trilhas sonoras e baladas que atravessaram décadas, o baterista acabou se tornando um dos artistas mais onipresentes dos anos 80 e 90. Curiosamente, quando teve de escolher o trabalho que melhor representava sua produção, não apontou para um dos discos clássicos dessa fase.
Phil Collins - Mais Novidades
A escolha foi "Love Songs: A Compilation... Old and New", coletânea lançada em 2004 e montada justamente em torno do lado mais sentimental de sua obra. O álbum reúne sucessos conhecidos, gravações menos lembradas e algumas faixas que Collins acreditava terem passado despercebidas em discos de menor repercussão.
"O álbum é algo em que venho trabalhando há quatro ou cinco anos. É colocar em um só lugar, em termos de canções de amor, aquilo que considero meu melhor trabalho, além de algumas coisas que talvez vocês tenham perdido porque estavam em álbuns que não foram tão bem", explicou o músico, em fala republicada na Far Out.
A seleção inclui músicas inevitáveis como "Against All Odds", mas também abre espaço para gravações que ajudam a mostrar um Collins menos resumido aos maiores hits. Entre elas estão sua versão para "True Colors" e a interpretação de "I've Been Trying", de Curtis Mayfield.
A escolha também faz sentido quando se observa como boa parte da carreira solo de Collins foi construída. Face Value, seu primeiro álbum fora do Genesis, nasceu em meio ao fim de seu casamento e colocou sentimentos pessoais no centro de músicas como "In the Air Tonight". A partir dali, baladas sobre separação, perda e tentativa de reconstrução se tornaram uma marca recorrente.
Assim, em vez de escolher simplesmente o disco mais vendido ou mais celebrado pela crítica, Collins parece ter apontado para aquilo que via como a essência de sua escrita: canções sentimentais, diretas e muitas vezes autobiográficas. Para alguém que sempre se definiu primeiro como baterista, foi justamente esse lado de compositor que acabou ocupando boa parte de sua identidade fora do Genesis.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Digão explica o erro dos Raimundos: "Mamonas Assassinas foram mais inteligentes"
Helloween - um espetáculo completo na borda da cidade de São Paulo
Os 10 covers mais tocados pelo Metallica ao vivo, segundo a Noise Creep
Ozzfest confirma segundo país que receberá o evento em 2027
Seven Crossroads Festival anuncia oito atrações, seis delas inéditas no Brasil
Em parceria com a Casa da Moeda Real, Pink Floyd lança palhetas em cobre, prata e ouro
Tarja Turunen fará show em São Paulo em maio de 2027
Malcolm Young era um guitarrista "melhor que Eddie Van Halen", segundo Angus Young
Família de Brent Hinds publica manifesto sobre disputa com o Mastodon
A música do Metallica que deixava o público entediado, segundo Kirk Hammett
Metallica já era chamado de "vendido" nos anos 80, segundo Lars Ulrich
Regis Tadeu derruba consenso de décadas sobre "Roots" do Sepultura
As 7 maravilhas do mundo do heavy metal e como conhecê-las
Axl Rose estaria ajudando cantora country em projeto voltado ao rock
Marcelo Nova e Drake Nova lançam álbum "Onde Judas Perdeu As Botas" pela Radar Records

Roger Waters explica porque separa John Lennon e Bob Dylan de um lado e Phil Collins do outro
A música do Genesis em que Phil Collins tentou tocar como seu grande ídolo
O hit que transformou Phil Collins em saco de pancadas: "Eu não merecia isso"
O baterista que Phil Collins considerava "tecnicamente muito superior a mim"
O baterista amigão que Phil Collins admite ser tecnicamente muito superior a ele
O disco de Phil Collins que Regis Tadeu recomenda para quem acha ele baladeiro
O clássico do Genesis que Phil Collins não quis mais cantar por não entender a letra


