Poets of the Fall: as 10 melhores canções

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Por Ricardo Pagliaro Thomaz, Fonte: Youtube.com
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Todo mundo já fez alguma lista de melhores na vida. Quem nunca? As vezes isso se torna um processo bastante natural, sai até automático, outras vezes, bem... não é tão fácil quanto parece. E fica mais difícil ainda quando você é fã.

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De qualquer forma, tentei imaginar algum tipo de situação em que tivesse que apresentar o grupo em questão para alguém que não conhecia. Já fui abordado por alguém antes, por exemplo, pedindo uma lista das 10 melhores do Queen, na minha opinião. Desisti depois de incontáveis tentativas. Missão impossível! Vi que jamais iria ficar somente em 10 músicas. Talvez algum dia eu retome essa lista, talvez não.

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Enfim, eu consegui compilar, com muito custo, uma lista do Poets of the Fall. Não quero, de forma nenhuma, fazer dessa lista algo definitivo ou que seja a verdade absoluta. Ela é, assim como todas as outras listas que se encontra por aí afora, apenas uma opinião pessoal e deve ser tratada como tal. Fique a vontade para fazer sua relação pessoal nos comentários e fomentar a discussão.

Examinei cada álbum do trio finlandês incontáveis vezes, considerando letra, música, estética, afinidade, etc. Nem sempre dá pra se escolher A melhor melodia, A melhor letra, O riff mais badass, e assim por diante. Sendo uma opinião pessoal, vai muito da visão que, quem avalia, tem da obra. Alguma escolha que pintar no meio da relação vai seguir critérios, outras, poderão ser mais pessoais. Muitas vezes foi difícil cortar essa ou aquela música, acredite. Voltei várias vezes, reavaliei, enfim, não foi fácil. Espero ter chegado a um bom consenso.

Por isso, sem mais delongas, aqui vão minhas opiniões com relação às 10 melhores canções que o Poets of the Fall entregou de 2003 à 2014...

10° lugar: "REVOLUTION ROULETTE", do álbum Revolution Roulette (2008)

Este, confesso que foi o álbum menos difícil de se cortar músicas. Não que seja ruim, é muito legal, como eu disse uma vez na minha resenha, foi o álbum mais descompromissado do trio, aquele que eu senti que o grupo colocou mais crueza e um pouco menos de tempero nas melodias, mas foi o álbum mais, digamos, pesado do Poets até agora, o álbum mais AC/DC, claro, guardadas as devidas proporções. E é exatamente por isso que foi mais fácil para cortar. Quase passei a música "Where Do We Draw The Line" na frente, que é uma composição belíssima, tocante, e com uma atmosfera bem melancólica, mas aí sobrou o fator afinidade e acabou ganhando a faixa título do terceiro CD do trio fazendo parte da décima colocação de minha lista. E não se pode subestimar a atmosfera dessa música, bastante intensa, com aquele ruído inicial provido pelas guitarras que dá um senso de urgência, de que alguma coisa está errada, a batida arrastada e contagiante que combina forças com a letra geniosa, incisiva e mordaz em sua crítica à máquina estatal que faz o indivíduo permanecer em uma prisão concebida por si mesmo, sempre querendo se libertar, porém nunca tendo a chance de escapar fora do loop que mantém suas asas cortadas, seu espírito abatido e acaba por levá-lo a loucura. Todos então continuam a girar essa roleta, infinitamente, até o fim de seus dias. Uma letra, como eu disse antes, mordaz e inteligente que merece figurar aqui neste top 10.

9° lugar: "LATE GOODBYE", do álbum Signs of Life (2005)

Esta jamais poderia ficar de fora da relação. Não somente foi a música que me apresentou o grupo, como também aquela que figurou no game Max Payne 2, jogo de PC e Xbox da Remedy que lançou o trio para o mundo em 2003. Claro, não é só isso. É uma música tocante, melancólica e ao mesmo tempo divagadora e romântica, uma balada que tem aquela atmosfera de estória policial noir, de tragédia, com uma letra pungente e apaixonante. Através da letra você sente a veemência de uma declaração do amor perdido, da loucura e da sofreguidão do declarante que, mesmo com a morte da pessoa amada, insiste em encarar o mundo sujo e escuro que vivemos e em continuar dirigindo através da noite em um tardio adeus... É de rasgar a alma com uma navalha! A porção acústica que domina o tema é linda e faz dessa faixa a canção perfeita para se ouvir quando se estiver sofrendo e/ou bebendo por algo que se perdeu no meio do caminho.

8° lugar: "GRINDER'S BLUES", da trilha sonora do game Rochard, da Recoil Games (2011)

Esta faixa, eu tenho que confessar a todos aqui, foi escolha pessoal minha, eu simplesmente não consegui tirar ela da relação nas inúmeras tentativas de listagem que elaborei. Como todos que me conhecem sabem, sou um grande fã de Blues, então esta música está sempre na minha playlist. E ter o Poets of the Fall tocando um bluesinho no meio das minhas faixas preferidas é pra mim algo essencial, aliás, considero esta música uma grande homenagem do trio ao blues tradicional com levada bluegrass, e se todos analisarem a letra divertidíssima, é uma das composições de blues com a letra mais elaborada que já escutei. Pensar que ela foi destinada unicamente para ser trilha de um game é realmente espantoso, para mim essa faixa do Poets deveria estar em algum tipo de compilação! Ainda sonho com o dia em que o trio lançará uma compilação com seus lados B ou faixas esparsas, sabem, aquelas que acabaram não entrando nos álbums normais por alguma razão. Enfim, música contagiante, alegre, divertida, me põe pra dançar todas as vezes que escuto, achei mandatório ter ela por aqui! Nunca joguei o game Rochard, aliás, AINDA não joguei, pretendo em breve, mas a música, por si só, é uma das melhores coisas pra mim que o trio já lançou e por isso está aqui.

7° lugar: "THE LIE ETERNAL", do álbum Temple of Thought (2012)

Quando eu estava tentando enxugar o quinto álbum do trio finlandês, lembro que nas primeiras tentativas eu acabava sempre com umas quatro ou cinco músicas, mais ou menos nessa faixa de contagem. Foi um álbum difícil de enxugar, tem muita coisa que me partia o coração cortar. Entre essas coisas, a maravilhosa "Temple of Thought" que tem uma letra fenomenal, perfeita e uma melodia adorável, "Skin" que também é uma balada excelente, "The Distance" e a tocante "The Ballad of Jeremiah Peacekeeper" que foi basedada em fatos reais. Entre todos os discos da banda, este foi um dos que me deu mais trabalho. O que me fez chegar na faixa vencedora da sétima colocação, foi, além da minha grande afinidade sonora com ela, a levada bem Rush que ela tem no arranjo, também a letra que, apesar de bem simples, tem um tom bem ambíguo. E o que eu mais achei interessante nessa música, que saiu como o quarto single do trio em 2012 quando do lançamento do quinto álbum, foi a capa do single, que ilustrava uma garrafa de cachaça, isso mesmo, cachaça, pinga, mé, marvada! Aí eu escutei a música de novo com aquela imagem na cabeça e ficava desconjurado, era genioso, era simples, e te fazia pensar muito, como a gente as vezes faz pra se esconder da verdade. É como o rótulo da garrafa na capa diz, "choose your truth" (escolha sua verdade), e é isso mesmo que acontece. Sem essa ilustração poderia simplesmente ser uma música com letra romântica, coisa simples, mas tem essa ambiguidade no tom da mensagem que eu achei fantástico e que por isso ganhou o sétimo lugar aqui na minha relação.

6° lugar: "CHILDREN OF THE ELDER GOD", da trilha sonora do game Alan Wake, da Remedy Entertainment (2010)
(sob o pseudônimo Old Gods of Asgard)

Quando comecei a olhar as grandes faixas que o trio havia feito para os games que participou, ficou bem difícil escolher, em especial para o título Alan Wake, da Remedy, título esse que, como amante de videogames que sou, praticamente me fez idolatrar a Remedy em todos os sentidos. E aqui o Poets of the Fall não deixa nenhum prisioneiro, aqui a banda não só caprichou como ela mesma, cedendo, respectivamente as músicas "War" do álbum Twilight Theater e "The Happy Song" do álbum Temple of Thought para os títulos Alan Wake e Alan Wake's American Nightmare, como também, sob o pseudônimo Old Gods of Asgard, uma banda setentista do mundo de Alan Wake nos games, elaborou a balada "The Poet and the Muse", que através da letra dava pistas para desvendar os segredos da estória do game e as pauladas "Children of the Elder God", que acabou sendo parte de minha lista e "Balance Slays the Demon", que, me desculpem, eu tenho que falar, são hard rocks fodásticos, sensacionais, dignos de figurar entre clássicos do gênero! E eu sentia que precisava incluir na minha lista uma dessas músicas, o problema era qual escolher. Venceu a listada acima, não pelo fato de se destacar mais das outras, mas sim pelo tom épico que evoca na letra, invocando deuses nórdicos e fazendo a gente se sentir em uma turnê de uma banda clássica de Hard Rock em meio a uma arena nórdica, em meio a uma batalha viking emocionante, é uma faixa contagiante, pesada, com riffs matadores, um trabalho excelente de guitarra e uma letra épica, que faz com que qualquer fã de rock pesado se deleite. Foi difícil ter que escolher entre ela e "Balance Slays the Demon", mas enfim, eis na minha lista algo que eu espero que o Poets faça mais no futuro.

5° lugar: "GIVEN AND DENIED", do álbum Twilight Theater (2010)

Esta balada me atinge a todo momento que a escuto. Não somente por causa dos arranjos tocantes e belíssimos, não só por causa de sua melodia, de seu trabalho musical de altíssima qualidade, mas também pela letra que, em um teor poético singular, fala sobre nostalgia, sobre voltar no tempo, sobre olhar para trás com aquele sentimento belo e acalentador de dias que se foram; sobre a importância de relembrarmos quem fomos, revisitar nossa inocência em meio ao grande e iminente "tempus fugit" que paira sobre nós a cada momento, sabendo que um dia nossas folhas também irão cair em meio à grande árvore da vida. Sobre nos aprazeirar de nossos amores e de nossos momentos, de tudo que nos é permitido viver e de tudo que nos é negado a voltar. Eu sou um sujeito bem nostálgico por vezes e essa letra me fisgou. Por essa razão escolhi essa música do álbum Twilight Theater, outro álbum que me deu grande trabalho para enxugar músicas, visto que nele, há composições maravilhosas como "War", "15 Min Flame", "Dying to Live" e "Smoke and Mirrors". Doeu no coração cortar esses diamantes bem lapidados, mas "Given and Denied" é uma faixa que sozinha vale a pena o esforço e por isso está aqui no quinto lugar de meu top 10.

4° lugar: "THE DISTANCE", do álbum Temple of Thought (2012)

Fiquei duelando esta faixa durante muito tempo com as outras que o Poets of the Fall tem em seu acervo. De tempos em tempos a banda lança uma composição mais funkeada e com mais groove, já se tornou meio que uma assinatura deles fazer isso. E a cada lançamento parece que a coisa melhora mais, então decidi que precisava ter uma delas em minha lista; já tivemos excelentes faixas no passado, posso listar aqui "Overboard" do Signs of Life, "Fire" do Carnival of Rust, "Dying to Live" do Twilight Theater e esta que é a vencedora em minha lista. Fiquei entre ela e "Dying to Live" durante um longo tempo até decidir por esta. E, enquanto é verdade que a letra de "The Distance" não é tão elaborada quanto a de "Dying to Live", de fato, é até bem mais simples, por outro lado, há o fator afinidade musical. Todas as outras são excelentes músicas, mas esta para mim tem um arranjo ótimo, linhas de guitarra e baixo bastante expressivas, tem um excelente groove que não dá pra ignorar e a interpretação vocal suave e sofisticada de Marko, aliás, Marko se contém até a bridge intermediária, o que faz com que quando ela chegue, o impacto de passagem para o solo de guitarra seja bem maior e o efeito bem mais expressivo para mim do que nas outras que citei. É uma composição soul romântica com toda a classe vintage e sofisticação que o Poets of the Fall comumente despeja em suas músicas e por isso achei que mereceu estar aqui.

CHEGANDO A CONTAGEM REGRESSIVA PARA AS MEDALHAS DE BRONZE, PRATA E OURO EM 3, 2, 1...

3° lugar: "RUMORS", do álbum Jealous Gods (2014)

Esta se trata de uma das novas do disco recém lançado. Eu lembro que fiz até questão de dividir a letra com amigos e demais pessoas pelo Facebook, tamanho foi o impacto que ela teve sobre mim. Esta letra me faz pensar em um dos temas mais recorrentes do Poets, a finitude. A ideia de que, um dia, tudo acaba. Assim é a vida. A introdução de tom etéreo e melodioso dos teclados já meio que dá essa ideia de finitude. Mas o que eu creio que seja mais marcante são os versos que dizem que todos os dias acordamos e temos novas oportunidades para moldar nosso futuro, a não ser quando chegarmos ao fim, pois todos os dias, morremos mais um pouco. É uma ideia bem melancólica em uma canção up-tempo e achei bastante interessante a ambiguidade aqui presente. É uma música que, quanto mais eu ouço, mais eu me apaixono, que me dá vontade de sair agora de casa e aproveitar a vida ao máximo, enquanto ela durar. Grande trabalho de arranjos e passagens muito bem elaboradas fizeram deste para mim o melhor momento do novo álbum, que já figura aqui no terceiro lugar de minha lista de melhores.

2° lugar: "CARNIVAL OF RUST", do álbum Carnival of Rust (2006)

Não foi difícil imaginar "Carnival of Rust" em meu top 3. Lembro que após o sucesso que a banda obteve com o álbum Signs of Life, o segundo disco foi nada mais do que um passo natural. A banda então nos apresentava esta sensacional música, com arranjos colossais, épica, parecendo tema cinematográfico, e uma letra poética e bastante emblemática, comparando o sentimento do amor com culpa, ganância e outros males; a ideia do carnaval bizarro que ganhou vida no sensacional clipe de divulgação da música que metaforizava todas essas ideias me marcou bastante. Através do pequeno filme, uma alma solitária dentro de um cubículo clamava para que a mulher de fora, vestindo uma máscara de gás (o que creio implicar uma certa fuga da realidade) soltasse o homem que se encontra em meio a um estranho e bizarro parque de diversões, em meio a pessoas estranhas e possivelmente mal intencionadas. O grito de socorro então era abafado pelo sentimento de satisfação trazido por aquele estranho lugar. Vale lembrar que o videoclipe ganhou diversos prêmios e trouxe o Poets of the Fall ao estrelato. Uma das investidas mais bacanas e poéticas, mais ousadas e belas e que por isso, mereceu estar aqui no topo de minha lista. E não menos bacana são os versos que a banda usa no show de Moscow de 2013 para apresentá-la: "Down by the gates of darkness dwell / the man in the box between heaven and hell / with his broken heart, sings a song of love" (Descendo os portões na escuridão reside / o homem na caixa entre o céu e o inferno / com seu coração partido, canta uma canção de amor).

E O PRIMEIRO LUGAR NO MEU TOP 10 DO POETS OF THE FALL VAI PARA...

1° lugar: "LIFT", versão do DVD Live in Moscow (2013), originalmente do álbum Signs of Life (2005)

Muitos devem estar se perguntando: "o quê?" ou mesmo "por que Lift?" Sim, meus amigos, escolho "Lift" como a música superior do Poets of the Fall, mais especificamente a versão que podemos conferir no DVD Live in Moscow 2013, por razões bem simples de enumerar: é uma música de Rock que tem uma melodia enérgica, pegajosa, um solo matador, um dos primeiros contatos que eu tive com o Poets como uma banda de Rock com solos marcantes, além é claro de ser uma composição de Rock up-tempo muito bacana com uma grande letra que, penso eu, descreve o sentimento dos momentos difíceis de adaptação que a banda estava passando no começo da carreira, uma canção que literalmente levanta o espírito, levanta a moral e me inspira, fora o ótimo clipe de divulgação que a música ganhou, quem não assistiu, por favor, confira. E nesta versão ao vivo do DVD, tudo isso é amplificado quando ouvimos a sinergia e o entrosamento da banda, arrebentando no palco, sem deixar prisioneiros, a audiência acompanhando a banda sem tirar os olhos, os improvisos finais providos por mestres como Olli e Jaska fazendo duetos desconcertantes nas guitarras, enfim, uma excelente performance ao vivo que tornou Lift ainda mais bacana e que ocupa aqui o meu primeiro lugar nesta lista que encerro agora. Não, ela não tem a letra mais poética ou o arranjo mais perfeito que a banda já fez, contudo, tem um pouco dos dois mundos em uma só faixa, expressando o que a banda tem de melhor e, ao vivo, acabou ganhando uma dimensão ainda maior do que tinha de sua contraparte original de estúdio do primeiro álbum do grupo. É uma música que acho que representa muito bem a proposta sonora do Poets of the Fall que, claro, vem se refinando a cada investida musical do grupo, me agrada imensamente e assim, ganhou o primeiro lugar em minha contagem das 10 melhores.

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Ufa! Chegamos aqui. Talvez alguém aí esteja prestes a dizer algo como "o quê? Não tem Illusion & Dream??? Que listinha vagabunda!!" Calma, cara, calma! Como eu disse lá em cima, tive que cortar muita coisa, e isso me pesou por dentro. É como se você tivesse vários tipos de pratos finos, daqueles que te dão água na boca e tivesse que escolher apenas entre um ou dois, mas não se desespere! Eu compartilho de sua resignação! E se teve alguma música que é sua preferida e não está na lista, saiba que você sempre pode revisitá-la, afinal de contas, minha lista é uma dentre tantas opiniões que permeiam a Internet. Faça comentários, mostre sua visão, OK? Ficarei feliz de saber o seu top 10. Um grande abraço!

Palavras são como visões que se alteram... portanto atente para a linguagem corporal...




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Sobre Ricardo Pagliaro Thomaz

Roqueiro e apreciador da boa música desde os 9 anos de idade, quando mamãe me dizia para "parar de miar que nem gato" quando tentava cantarolar "Sweet Child O'Mine" ou "Paradise City". Primeiro disco de rock que ganhei: RPM - Rádio Pirata ao Vivo, e por mais que isso possa soar galhofa hoje em dia, escolhi o disco justamente por causa da caveira da capa e sim, hoje me envergonho disso! Sou também grande apreciador do hardão dos anos 70 e de rock progressivo, com algumas incursões na música pop de qualidade. Também aprecio o bom metal, embora minhas raízes roqueiras sejam mais calcadas no blues. Considero Freddie Mercury o cantor supremo que habita o cosmos do universo e não acredito que há a mínima possibilidade de alguém superá-lo um dia, pelo menos até o dia em que o Planeta Terra derreter e virar uma massa cinzenta sem vida.

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